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“Foi aterrorizante”, diz jovem vítima de estupro coletivo durante festa em GO

Crédito: Divulgação/ CBMGO

Uma jovem de 25 anos denunciou ter sido vítima de um estupro coletivo durante uma festa em uma casa em Águas Lindas de Goiás (GO), no sábado (9). De acordo com a Polícia Civil, exames feitos no Instituto Médico Legal (IML) comprovam que a mulher foi vítima de abuso sexual. As informações são do G1 e do jornal Correio Braziliense.

Conforme o relato da jovem, ela foi levada para um quarto da casa por duas mulheres para que pudesse dormir. No entanto, pouco tempo depois, um policial militar armado teria entrado no quarto, ameaçado a jovem e a estuprado.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, no total, cinco homens teriam violentado a jovem e um deles abusou dela duas vezes. Três suspeitos já foram detidos: o subtenente Irineu Marques Dias, o irmão dele, Daniel Marques Dias, e um terceiro suspeito identificado como Thiago de Castro Muniz.

Outros três homens também prestaram depoimento, porém, como não foram reconhecidos pela vítima, eles foram ouvidos como testemunhas e liberados em seguida.

“Foi aterrorizante”

Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, a jovem contou que após ser deixada no quarto pelas duas mulheres, o policial entrou, sacou a arma da cintura e colocou em cima da cama, ao mesmo tempo em que arrancava as roupas da jovem.

De acordo com a jovem, ela não reagiu por medo de morrer. “A arma estava do meu lado e eu só tive que fingir o tempo inteiro, com os meus olhos cheios de lágrimas. Foi aterrorizante”, afirmou. Após o policial, outros dois homens entraram no quarto e a estupraram. Quando eles saíram, outros dois entraram e também cometeram o crime.

Segundo o depoimento da jovem à polícia, o militar teria voltado novamente e violentado ela mais uma vez. Durante os estupros, a vítima relatou ter gritado por socorro, mas ninguém apareceu para ajudá-la.

“Ela aproveitou um momento de descuido dos autores e conseguiu fugir e pedir ajuda. Ela foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao hospital, onde passou por atendimento e, depois, foi à delegacia e relatou o crime”, informou o delegado ao G1.

As investigações do caso continuam para identificar os outros dois autores do estupro e as duas mulheres que levaram ela ao quarto.

Em nota ao jornal Correio Braziliense, a defesa do subtenente Irineu negou as acusações e afirmou que o militar “sofre as consequências da acusação infundada”. Segundo a defesa do policial, o PM não esteve no local dos fatos durante a madrugada e só teria chegado pela manhã.


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