Edição nº2603 14/11 Ver edições anteriores

À flor da pele

À flor da pele

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No ar na novela “Haja Coração”, Cleo Pires estreia na terça-feira 20 a série “Supermax”. “Foi um presente. É algo totalmente diferente”. Longe da guerrilheira que encarna num presídio, Cleo foi clicada sem maquiagem e com suas 20 tatoos para o projeto “Essa Minha Mulher”, do produtor Léo Fuchs e do fotógrafo Elvis Moreira. O conceito foi trazer o lado real das mulheres. “Ela tinha acabado de acordar”, diz Léo. “Adorei isso de mostrar a hora da tranquilidade, em casa, “jogada”, conta Cleo. A atriz define a mulher que é: “Deixo as pessoas que trabalham comigo loucas. São muitas ideias nessa cabecinha”. Cleo diz que a solteirice vai bem: “Estou me amando, me curtindo e está sendo delicioso.”

Sem marketing

Avaliação de um ilustre marqueteiro sobre o pronunciamento do ex-presidente Lula, após a denúncia do Ministério Público Federal: “Ele perdeu a oportunidade de explorar mais o mito que ainda é. Poderia ter ido de branco, em vez de vermelho. Poderia ter atribuído aos procuradores e ao próprio juiz Moro o ‘‘defeito’ da juventude’, com delicadeza”, diz o especialista. “Ele era o cara, mas errou de cara..”

Os sonhos de Domingos

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O ator Domingos Montagner tinha sonhos que planejava realizar depois da novela “Velho Chico”. Todos tinham a ver com a sua essência no circo. Domingos, que amava ser palhaço, queria montar uma sede para o circo Zanni, que dirigia. Já tinha um terreno. Também sonhava celebrar com um filme os 20 anos de sua companhia La Mínima. Já estava transformando a ópera italiana “I Pagliacci” em uma peça de teatro. “É um sonho antigo. Apesar de ter palhaços e bufões, não é uma ópera cômica, mas uma tragédia. Quero transformá-la em um espetáculo de teatro popular e aumentar seu potencial cômico sem perder a belíssima carga dramática”, contou à coluna, há três meses, em entrevista a Simone Blanes. Também queria ter um teatro. Mas seu sonho mais amoroso era simples: “Ver o jogo de futsal do meu filho e estudar piano com o outro filhote”. Com sua morte trágica por afogamento, Domingos Montagner deixa três filhos. Ele está em dois filmes que não estrearam: “Através das Sombra”, de Walter Lima Jr, e “Vidas Partidas”, de Marcos Schechtman, sobre violência doméstica.

Performática

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Ela começou a carreira cantando em francês, num misto de Edith Piaf e Amy Winehouse. Agora, a cantora, compositora e performer Lia Paris lança o EP Lva Vermelha, com quatro faixas, dois videoclipes e uma performance impactante, criada só para o projeto produzido por Daniel Hunt. “Eu me mostro mais como performer e não apenas como cantora. A mágica ficou por conta da maquiagem espacial”, diz Lia.

Festa em Santa Teresa

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O estilista francês Jean Paul Gaultier chega no dia 14 de outubro ao Rio de Janeiro. Ficará quatro dias. Ele vem ao Brasil para o lançamento das novas edições de sua fragrância Classic, agora sob o guarda- chuva da Puig, grupo espanhol que já controlava a maison JPG na moda. Uma festa em torno do infant terrible fashion acontecerá numa casa no bairro de Santa Teresa. Gaultier se hospedará no Fasano.

New look

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Comentário de um correligionário de Michel Temer sobre o novo visual moreno da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), agora ex-loura: “Nem o marido, Paulo Bernardo, deve ter reconhecido. Ela está querendo se esconder naquele vermelho mouro.” Gleisi surgiu morena na tevê, atrás de Lula, no pronunciamento do ex-presidente

“Lula será ainda mais desconstruído”

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Luiz Fernando Furlan, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio no governo Lula e atual chairman do Lide, receberá, na segunda-feira 19, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para almoço-debate no hotel Hyatt, em SP. Ele falou sobre os desafios de Michel Temer, Meirelles e sobre Lula:

O novo governo tem dois anos e quatro meses para acertar a economia. Não é pouco tempo para realizar tantas reformas?

Um presidente que tem apenas dois anos vai ter pressa. Temer tem o desafio de mostrar serviço. Terá que fazer ajustes nos ministérios. Os dois grandes reformistas do passado recente do Brasil foram dois presidentes de mandato curto. Collor e Itamar. A história não reconhece muito – porque a campanha do Fernando Henrique Cardoso à presidência roubou a cena -, mas quem bancou o Plano Real foi Itamar Franco.

O sr. acredita que o presidente Michel Temer conseguirá evitar lançamentos precipitados de candidaturas à presidência em 2018, como a do ministro Meirelles e a dos tucanos?

Não sei se ele tem esse poder. Inevitavelmente, os candidatos vão aparecer. Me parece que, entre José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves, Meirelles talvez seja o mais comportado deles. Ele é demissível. Se a economia não reagir, tende a haver uma fritura palaciana como teve Joaquim Levy. Meirelles, sozinho, não tem a expressão política que tem o Serra, o Alckmin, e o Aécio. Meirelles teria que ter um caminho parecido com FHC, no plano Real. Precisa fazer um bom trabalho, e o povo precisa sentir no bolso os benefícios da política econômica. Vejo chances reais do governo alcançar bons números no curto e médio prazo.

Como ex-ministro do governo Lula, como vê a situação do ex-presidente?

O lugar de Lula na história foi desconstruído. Se ele for condenado, será ainda mais. Todo o mundo o admirava. O legado dele e seu lugar na história está sendo comprometido. Não se sabe bem qual vai ser o lugar da Dilma da história. Temer, assim como Itamar e Collor, pode ter o seu lugar.

Fotos: Daryan Dornelles (Domingos Montagner); Elvis Moreira (Cleo Pires); Divulgação (Lia Paris)


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