Nesta segunda-feira, 5 de outubro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu congratulações de importantes líderes internacionais pelo seu desempenho nas eleições de primeiro turno. O vice-premiê e ministro dos Transportes da Itália, Matteo Salvini, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, expressaram publicamente seu apoio ao candidato brasileiro.
O vice-premiê da Itália e ministro dos Transportes, Matteo Salvini, utilizou suas redes sociais para felicitar o senador e candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Em sua mensagem, o líder do partido nacionalista Liga expressou: “Parabéns e um grande abraço ao meu amigo Flávio Bolsonaro pelo resultado extraordinário nas eleições brasileiras: o primeiro [colocado] com mais de 56 milhões de votos, quase 2 milhões e meio a mais que o presidente em saída”.
Salvini ainda complementou, “Força, Flávio”, demonstrando convicção na vitória do senador no segundo turno sobre o atual chefe de Estado, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição.
Também nesta segunda-feira, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, cumprimentou o candidato do PL. “Parabéns a Flávio Bolsonaro pela votação de ontem e boa sorte no segundo turno. Aguardo com expectativa o restabelecimento da extraordinária amizade entre Israel e o Brasil”, declarou Netanyahu, que considerou o resultado do primeiro turno uma “grande vitória”.
Ainda no dia anterior à publicação, o presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, igualmente parabenizou o político brasileiro de extrema-direita. “A liberdade avança no Brasil. Parabéns, caro amigo Flávio Bolsonaro, por esta eleição histórica”, afirmou o colombiano em suas redes sociais.
Flávio Bolsonaro, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, conquistou 56.104.503 votos (47,03%), enquanto o candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), obteve 53.879.538 (45,16%). Ambos disputarão o segundo turno das eleições em 25 de outubro.
Qual a importância do apoio internacional nas eleições?
Da IstoÉ com ANSA.