ISTOÉ Gente

Filho de atriz de Stranger Things precisa ser alimentado por seringa após agressão

Crédito: Reprodução/Instagram

Allyssa Brooke, atriz de “Stranger Things” e “Ozark”, usou o Instagram para fazer um desabafo sobre uma agressão sofrida por seu filho Nick, de 17 anos. O jovem foi brutalmente espancado durante um jogo de basquete, e tudo foi registrado por outros adolescentes que riram e colocaram o vídeo nas redes sociais.

Ludmilla faz declaração emocionante para esposa: ‘Sempre estarei a sua procura’


‘Desprezível’, diz Felipe Neto ao criticar fala de Paulo Guedes sobre conta de luz

Nick teve a mandíbula quebrada em três lugares, uma concussão e uma lesão no pescoço. O crime aconteceu em Atlanta na Georgia, em julho, e Allyssa precisou passar semanas alimentando o filho com uma seringa, já que ele não podia abrir a boca. Tudo aconteceu enquanto ele jogava basquete e, em certo momento, foi empurrado para o chão por um rival. Ao se levantar com os punhos para cima, Nick começou a ser espancado.

“Eles não pararam; eles aplaudiram. E para mim, isso é participação. Eu não espero que todo mundo seja um herói e corra para salvar o dia se esse não for o seu estilo. Mas rir e aplaudir e torcer, isso não é humanidade”, começou a atriz. Ela quer que alguma providência seja tomada contra quem assistiu, gravou e riu de Nick em vez de ajudá-lo.

“Enquanto meu filho está em casa com a boca costurada, seus agressores e aqueles que aplaudiram e vibraram com seu ataque continuam a frequentar a escola e a praticar os esportes do time do colégio”, continuou ela, que abriu uma petição para criar um código de ética para alunos de escolas públicas americanas, e financiar parte dos gastos médicos do garoto, que já passaram de US$ 50 mil (R$ 260 mil).

“Meu filho suportou coisas que eu não desejaria ao meu pior inimigo, incluindo várias crises de vômito na mandíbula quebrada em sua primeira noite em casa devido à gravidade de sua concussão. Eu segurei sua mandíbula quebrada em minhas mãos enquanto seus dentes batiam com a queda de adrenalina horas após seu ataque. Todo o seu corpo tremia incontrolavelmente, e não havia literalmente nada que eu pudesse fazer para aliviar sua dor. Por 3 dias, alimentei-o com uma seringa infantil de líquido de cada vez. Sua boca estava tão inchada que ele não conseguia engolir mais do que ¼ colher de chá de cada vez. Ver seu filho lutar para respirar pelas narinas que estão inflamadas como resultado da intubação cirúrgica, incapaz de abrir a boca e implorar para que você o ajude é a coisa mais traumatizante que já experimentei. Nunca me senti tão impotente em toda a minha vida”, finalizou.