Crescida em um ambiente repleto de música, expressão e criatividade, Aretha Amador descobriu muito cedo que sua verdadeira paixão estava na interpretação. Mesmo sem entender o que era ser atriz, ainda criança já criava histórias, inventava cenas e buscava qualquer espaço da casa para transformar em palco. Hoje, aos 20 anos, mantém o mesmo brilho no olhar quando fala sobre o cinema, que considera o destino natural da carreira que vem construindo.
A formação no tradicional Celia Helena, em São Paulo, trouxe técnica, disciplina e amadurecimento artístico. O período de estudo funcionou como um espelho que ajudou a compreender melhor seu próprio talento e a reforçar a certeza de que a atuação faz parte de sua identidade. Cada exercício, cada aula e cada personagem explorado contribuiu para transformá-la em uma artista mais consciente e segura do caminho que deseja trilhar.
O incentivo dos pais, Rodriguinho e Nanah Damasceno, sempre foi fundamental. Desde pequena, foi cercada por acolhimento e estímulo para que pudesse experimentar, aprender e crescer dentro da arte. A presença e a confiança da família em cada fase da formação criaram uma base sólida, permitindo que desenvolvesse sua vocação com tranquilidade e verdade. Esse suporte constante se mantém e dá força para que ela siga estudando e buscando novas oportunidades.

Rodriguinho ao lado da filha Aretha – Foto: Divulgação
O cinema ocupa um lugar especial em seus planos. A atriz fala com entusiasmo sobre o desejo de viver personagens diferentes, experimentar outros universos e tocar o público através de histórias que a emocionam desde criança. Não tem pressa e não trabalha movida por urgência. Prefere construir sua trajetória com calma, acumulando experiência e amadurecendo a cada passo, sempre guiada pela vontade sincera de evoluir dentro da profissão.
Em um relato emocionante, Aretha descreve o que sente pela arte: “Desde muito nova eu já criava mundos na minha cabeça. Eu não sabia explicar, só sabia que precisava transformar aquilo em alguma coisa. Com o tempo, percebi que era o meu sonho tomando forma. Quando estudo ou interpreto, sinto uma paz e uma alegria que não encontro em nenhum outro lugar”.
“Quero seguir construindo minha carreira do meu jeito, com cuidado e dedicação. E ter meus pais comigo desde o começo, acreditando nas minhas escolhas, é uma das maiores forças que carrego comigo. Às vezes olho para aquela menina de 3 anos inventando histórias sozinha e penso que estou exatamente onde ela sempre quis estar”, completa a artista.