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Figueirense e Vitória fazem jogo ascendente, porém sem gols em Florianópolis

Equipes pouco capazes de conseguir finalizações agudas na etapa inicial reverteram quadro no segundo tempo, porém sem conseguir balançar as redes

Figueirense e Vitória fazem jogo ascendente, porém sem gols em Florianópolis

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Fazendo a segunda partida na Série B do Brasileirão, Figueirense e Vitória se enfrentaram nessa terça-feira (11) no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, e ficaram no resultado de igualdade sem gols apesar da melhora do confronto no caráter emoção no segundo tempo.

Com o marcador na capital catarinense, o Figueira soma seu primeiro ponto (havia perdido fora de casa na estreia para o Operário-PR) e o Leão da Barra chega a quatro unidades tendo superado na primeira rodada o Sampaio Corrêa no Barradão.

LATERAIS ATIVAS, MAS…

A clara ideia do Figueira era de tentar explorar os lados de campo (com ênfase especial no lado direito do ataque nas subidas de Keke) para desfazer a estrutura de marcação bastante compacta do time baiano. Todavia, faltava traduzir essa chegada constante em passes mais precisos aos finalizadores para que essa posse de bola amplamente superior (chegando a ser de quase 70%) se traduzisse em oportunidades de marcar.

Na metade final da primeira etapa, o Vitória até conseguiu reverter o cenário de ficar menos tempo com a bola e ensaiou ser mais dominante territorialmente. Contudo, pouco apresentou em criatividade e demonstrou que os primeiros 45 minutos foram de muita correria, porém pouca emoção.

TEMOS UM JOGO!

12 minutos. Foi esse o período que tanto o Figueira como também o Rubro-Negro de Salvador precisaram para demonstrar mais capacidade de finalizações perigosas do que em toda o primeiro tempo. No caso dos anfitriões, a primeira delas veio quando Diego Gonçalves pensou rápido e, ao receber, bateu forte para uma defesa com o rosto de Ronaldo que precisou até mesmo ser atendido. A mesma capacidade de intervenção em agilidade e firmeza foi demonstrada pelo arqueiro do Vitória nas batidas fortes de Marquinho e novamente Diego Gonçalves.

Os visitantes, por sua vez, conseguiram boa e eficiente trama na tabela de Léo Ceará e Vico onde o camisa 20 finalizou bem e viu a bola passar muito perto da trave esquerda de Sidão.

TENTARAM, PORÉM SEM SUCESSO

A capacidade das equipes no quesito desempenho técnico e formulação de chances até melhorou (com direito a vantagem numérica do Vitória na reta final com a expulsão de Pedro Lucas), mas faltou o elemento de efetividade para traduzir essa melhora em gols.

Algo que, até o último apito da arbitragem sob responsabilidade de Leonardo Ferreira Lima, acabou não acontecendo.

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