Economia

FGV: IGP-M na 2ª prévia de julho desacelera a 0,53% (0,75% na 2ª prévia de junho)

FGV: IGP-M na 2ª prévia de julho desacelera a 0,53% (0,75% na 2ª prévia de junho)

(Arquivo) Supermercado de Vilna em 27 de dezembro de 2014 com os preços em euros e em litas, antes da entrada do euro na Lituânia - AFP/Arquivos

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,53% na segunda prévia de julho, após ter aumentado 0,75% na segunda leitura de junho. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 18, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou elevação de 6,15% no ano e avanço de 8,04% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda medição do IGP-M de julho. O IPA-M, que representa os preços no atacado, subiu 0,62% ante um avanço de 1,15% na segunda prévia de junho.

O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou alta de 0,10% na segunda medição de julho, depois de uma queda de 0,05% em igual leitura de junho. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve alta de 0,93% na segunda prévia deste mês, depois da estabilidade registrada na segunda leitura do mês anterior.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de junho a 10 de julho. No dado fechado do mês de junho, o IGP-M teve alta de 0,80%.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários medidos pelo IPA Agrícola registraram queda de 0,16% no atacado na segunda prévia do IGP-M de julho. Na mesma prévia de junho, houve avanço de 0,70%. Os produtos industriais no atacado, mensurados pelo IPA Industrial, tiveram aumento de 0,87%, ante expansão de 1,29% na mesma comparação.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais subiram 0,11% na segunda prévia de julho, depois da queda de 0,75% na igual prévia de junho.

Os preços dos bens intermediários tiveram recuo de 0,63% na segunda prévia de julho, ante alta de 0,65% na segunda leitura de junho. Os preços das matérias-primas brutas subiram 2,60% na segunda medição deste mês, após elevação de 3,96% na mesma prévia do mês anterior.