Felipe Dylon, que fez grande sucesso no início do século, em 2003, principalmente pela música “Musa do Verão’, concedeu entrevista ao colunista Chico Barney, do UOL. No bate-papo, o cantor falou sobre a política de Jair Bolsonaro, presidente da República, a pandemia do novo coronavírus, entre outros assuntos.
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Questionado sobre o governo Bolsonaro, Dylon foi enfático ao dizer que acreditar que o presidente tem uma “pegada boa”. Eu acho que, assim, Bolsonaro tem uma pegada boa. Acho que está conduzindo o país de uma forma interessante. Minha opinião é essa. Mas eu acho que provavelmente ele deve sair, né Chico?”, disse.
“Essa questão do corona ter pegado um pouco por conta dele, por outros problemas também dessa parte política, dele ter uma forma um pouco durona de ser, acho que essa forma também prejudicou um pouco… Essa questão de talvez ele precisar ter um pouco mais de malemolência de lidar, né. O povo brasileiro quer novidade, quer coisa boa”, completou.
Dylon também falou sobre o período da pandemia do novo coronavírus: “Olha, Chico. Isso aí é uma coisa muito chata, esse negócio do coronavírus, né, cara. A gente vê que muitas coisas que o país tava vindo, lutando, e outras coisas em si que… No caso, a economia do país voltando a crescer, a política voltando a se organizar. E, pô, logo na hora que o Bolsonaro entrou, né, cara. No poder”.
“Eu fico triste, cara, porque eu acho que isso é uma coisa que muita gente já se foi. A gente tenta evitar ao máximo que esse tipo de situação continue. Pelo menos a gente tenta fazer o possível para que logo mais esse problema dissipe, assim, né”, completou.
Ainda na entrevista, o cantor de 32 anos também comentou que a pandemia acabou atrapalhando sua agenda de shows: “Pois é. A gente já tinha, já estava fazendo alguns shows, alguns eventos antes. E realmente com esse problema do corona, a coisa deu uma desandada. Eu acho que realmente a gente ficou nessa expectativa que o cenário pudesse voltar, mas devido a esse problema, dessa pandemia que hoje o mundo vive, infelizmente essa parte da qualidade profissional, que a gente vê nos grandes eventos e espetáculos, a gente já não via com essa força que se tinha um tempo atrás”.