Resumo:
- Familiares de brasileiras presas na Alemanha alertam sobre golpes com os seus nomes;
- Os golpistas estão pedindo transferências de dinheiro para ajudar a trazer as mulheres de volta ao Brasil;
- As mulheres foram presas por tráfico internacional de drogas após uma troca de bagagem no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Os familiares das brasileiras Jeanne Paollini e Kátyna Baía, que foram presas na Alemanha após terem as malas trocadas no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), alertam que criminosos estão aplicando golpes utilizando os nomes delas.
“Não estamos pedindo Pix para ajudar no retorno da Kátia e Jeanne para o Brasil. Fiquem atentos”, escreveu Lorena Baía, irmã de Kátyna, ao publicar um vídeo no Instagram.
Relembre o caso
As brasileiras Kátya Baía e Jeanne Paolline planejaram viajar durante 20 dias pela Europa. Mas foram detidas por tráfico internacional de drogas pouco antes de desembarcarem em Berlim, capital da Alemanha.
A prisão das duas foi decretada em Frankfurt, a última conexão que fariam antes de Berlim. Isso ocorreu após a polícia apreender no bagageiro do avião duas malas com 20kg de cocaína cada, que continham etiquetas com os nomes das brasileiras.
Na sequência, a Polícia Federal passou a investigar o caso e constatou, por meio de análise de câmeras de segurança, que as malas haviam sido trocadas.
Após ficarem detidas por um mês, Jeanne e Kátyna foram soltas no dia 11 de abril.