Esportes

F1 começa com ato contra racismo e punição a Hamilton

ROMA, 5 JUL (ANSA) – A temporada 2020 da Fórmula 1 começou emocionante dentro e fora das pistas na manhã deste domingo (5).   

Há poucos minutos do início da primeira prova, no GP da Áustria, o piloto britânico Lewis Hamilton foi punido a pedido da escuderia Red Bull. De acordo com a equipe, o piloto da Mercedes não respeitou a bandeira amarela nos últimos segundos do treino classificatório, ao não diminuir a velocidade. Com isso, ele teria garantido uma melhora no seu tempo final.   

Hamilton, por sua vez, alega não ter visto a bandeira em decorrência da poeira levantada na pista. Após análises das câmeras, o piloto não havia sido punido inicialmente. No entanto, a Red Bull apresentou uma nova reclamação.   

Com a sanção, Hamilton saiu da segunda colocação no grid para o quinto lugar. Desta forma, todos os outros pilotos no top 5 também garantiram uma posição melhor: Max Verstappen passou de terceiro para segundo, Lando Norris de quarto para terceiro e Alex Albon de quinto para quarto.   

A inauguração da temporada 2020 também foi marcada por um protesto contra o racismo, incentivado por Hamilton. Quase todos os pilotos se ajoelharam em mais um ato deflagrado após a morte de George Floyd por um policial branco nos Estados Unidos.   


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Em seu Twitter oficial, a F1 divulgou o vídeo em que mostra o protesto. Vestindo camisas com a frase “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam, em tradução livre) e a mensagem “End Racism” (Fim ao Racismo), os pilotos fizeram o gesto em frente à linha de chegada.   

Além do monegasco Charles Leclerc, da escuderia italiana Ferrari, outros cinco pilotos não se ajoelharam no momento de execução do hino. São eles: Max Verstappen, Antonio Giovinazzi, Carlos Sainz, Kimi Raikkonen e Daniil Kvyat.   

Antes do momento, Verstappen e Lecerlc explicaram o motivo da decisão. “Acredito que o que importa são fatos e comportamentos em nossa vida cotidiana, em vez de gestos formais que poderiam ser vistos como controversos em alguns países. Não vou ficar de joelhos, mas isso não significa que estou menos comprometido do que outros na luta contra o racismo”, explicou Leclerc.   

Já Verstappen disse que está “muitoo comprometido com a igualdade e a luta contra o racismo”, mas acredita “que todos têm o direito de se expressar de cada vez e da maneira que lhes convém”. “Hoje não vou me ajoelhar, mas respeitar e apoiar as escolhas pessoais que todo piloto faz”. (ANSA)

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