Coluna: Coluna do Mazzini

Leandro Mazzini é jornalista graduado na FACHA, no Rio, e pós-graduado em Ciências Políticas pela UnB. Iniciou carreira em 1996 em MG. Foi colunista do Informe JB, da Gazeta Mercantil, dos portais iG e UOL. Apresentou programas na REDEVIDA de Televisão e foi comentarista da Rede Mais/Record Minas. De Brasília, assina a Coluna Esplanada em jornais de capitais e é colunista do portal da Isto É.

Exército ainda tem estoque de cloroquina, prestes a vencer

AFP/Arquivos
(Arquivo) Comprimidos de hidroxicloroquina Foto: AFP/Arquivos

Mais de 82 mil comprimidos de cloroquina 150 mg – comprovadamente ineficaz contra o Covid-19 – ainda estão estocados no Laboratório Químico Farmacêutico do Exército (LQFEx). O custo para aquisição de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) – Cloroquina foi de aproximadamente R$ 928.800,00.

Na praça, o medicamento é vendido em farmácias para combate a malária, conforme a bula de seus fabricantes.

Procurado, o Exército confirmou a informação apurada pela Coluna de que o prazo de validade do medicamento em estoque é junho de 2022. O estoque remanescente, alega a Força, “está disponível para atender às demandas internas, conforme prescrição médica, e eventuais solicitações de outros órgãos”.

O medicamento começou a ser produzido pelo Exército por pressão do presidente Bolsonaro, que fazia apologia sobre suposta “eficácia” no tratamento de covid.