No cenário corporativo atual, a convivência entre diferentes gerações representa tanto um desafio quanto uma oportunidade estratégica. Visões de mundo distintas, trajetórias profissionais diversas e formas complementares de liderar podem, quando bem integradas, se transformar em um ativo competitivo relevante.
A experiência acumulada ao longo dos anos contribui para a leitura de riscos, a previsibilidade de cenários e a antecipação de problemas. Já o olhar das novas gerações amplia a capacidade de adaptação, acelera processos e fortalece a conexão com mudanças culturais e comportamentais. O equilíbrio entre esses dois repertórios cria um ambiente de gestão mais consistente, inovador e preparado para lidar com a complexidade do mercado atual.
Ao trabalharem lado a lado, essas mulheres desenvolvem modelos de negócio mais dinâmicos e responsivos, capazes de dialogar com públicos diversos e atender, com maior assertividade, às exigências da sociedade contemporânea.
Selecionamos 15 histórias que ilustram como a diferença geracional pode ser incorporada à estratégia empresarial, convertendo diversidade em crescimento sustentável e vantagem competitiva.
Karla e Juliana Felmanas, VP da Cimed e Diretora de Inovação e Estratégia
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Atuando juntas na liderança da companhia, representam a força da conexão entre diferentes gerações na transformação do mercado.
À frente de iniciativas que impulsionaram o sucesso da marca Carmed, Karla e Juliana – que já atua na Cimed há 10 anos – traduziram o encontro entre a experiência da Geração X e o olhar inovador da Geração Z em estratégias que combinam o poder do digital com elementos de nostalgia e desejo. Essa abordagem fortaleceu o posicionamento da marca ao dialogar com novos públicos sem perder a consistência construída ao longo dos anos.
Mais do que um case de branding, a atuação conjunta evidencia como a confiança no potencial das novas gerações, aliada ao conhecimento sólido de mercado, pode impulsionar resultados e consolidar legados. Elas mostram ainda em palestras, em talks, sua atuação dentro da empresa e como isso se impulsiona para outro patamar quando trazem estratégias que furam a bolha do mercado.
Karla, assim como Juliana, já foi reconhecida pela Forbes como mulheres de impacto. Com o título de mulheres de sucesso e Under 30, consecutivamente, por suas atuações na CIMED e grande reconhecimento das suas estratégias.
“A convivência entre gerações dentro da liderança não é apenas uma questão de sucessão, é uma decisão estratégica. A experiência traz repertório, leitura de cenário e responsabilidade na tomada de decisão. Já o olhar das novas gerações desafia o óbvio, acelera processos e nos mantém culturalmente relevantes. Quando esses dois mundos se encontram com respeito e confiança, a empresa evolui de forma muito mais consistente”, afirma Karla Felmanas.
“Na Cimed, aprendemos que abrir espaço real para o protagonismo das novas gerações não significa perder controle, mas ganhar potência. A construção do sucesso mostra que tradição e inovação não competem – elas se complementam. Essa troca constante nos permite crescer sem perder identidade”, complementa Juliana.
Bianca e Mônica Andrade – Co-sócia e CEO da Boca Rosa Company
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Nascidas e criadas no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, Mônica e Bianca Andrade compartilham muito mais do que o laço de mãe e filha: dividem a veia empreendedora e a construção de um dos cases mais relevantes do mercado de beleza brasileiro. Antes mesmo da internet, as duas já trabalhavam juntas em um buffet de festas, experiência que despertou em Bianca o olhar comercial e a coragem de sonhar grande, sempre com o incentivo e a visão estratégica da mãe.
“Venho de uma geração em que empreender era, muitas vezes, uma necessidade. Essa realidade exigia muita disciplina e organização, e não permitia que a gente assumisse tantos riscos. A Bianca já nasceu no digital, com muita rapidez, criatividade e sempre atualizada das tendências. Nunca vimos isso como um choque de gerações, mas como uma construção conjunta. Enquanto ela impulsiona o novo e provoca movimento, eu garanto a base e a sustentabilidade do crescimento. É esse encontro entre experiência e inovação que mantém a empresa forte, relevante e em constante evolução. É uma relação de muito equilíbrio e, principalmente, respeito.” comenta Mônica Andrade, co-sócia da Boca Rosa Company.
Enquanto Bianca ganhava projeção nacional a partir de 2011 com seu canal de maquiagem no YouTube e transformava a Boca Rosa em um fenômeno de vendas, Mônica consolidava seu papel nos bastidores como uma força administrativa e estratégica. Hoje, como cofundadora e Vice-Presidente Administrativa da Boca Rosa Company, Mônica atua lado a lado da filha na expansão dos negócios, reforçando uma parceria que une propósito, liderança feminina e a crença de que origem não limita futuro — pelo contrário, fortalece a trajetória.
“Minha geração é mais ágil e conectada com marca e comunidade. Já a geração da minha mãe carrega experiência, visão estratégica e um olhar muito atento à construção sólida do negócio no longo prazo. Trabalhar juntas me mostrou que inovação sem estrutura não se sustenta, e estrutura sem inovação não evolui. Nossas diferenças não nos afastam, mas nos fortalecem. Estamos sempre trocando e aprendendo uma com a outra, o que faz com que o nosso negócio seja mais consistente, atual e preparado para o futuro.” finaliza Bianca.
Letícia Vaz, Influenciadora e Fundadora da LV Holding
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Influenciadora e empresária, Letícia Vaz construiu sua trajetória empreendedora em parceria direta com a mãe, coordenadora de produção da LV Store, marca da LV Holding, que foi peça-chave no desenvolvimento da marca desde os primeiros passos do negócio.
Ligada às tendências de moda desde cedo, muito por influência da mãe, que era costureira, Letícia decidiu produzir a própria peça ainda na adolescência: um cropped que deu início à sua marca autoral. A atuação conjunta uniu o olhar criativo e digital da nova geração à expertise técnica, ao conhecimento de chão de fábrica da geração anterior.
Essa dinâmica se reflete em processos mais ágeis, produtos mais alinhados ao comportamento do consumidor e uma gestão que transforma a troca entre gerações em diferencial competitivo para a marca.
“Acredito muito na força do encontro entre gerações. Eu trouxe o olhar digital, a conexão com a comunidade e a agilidade para ler tendências, mas foi a experiência da minha mãe, com todo o conhecimento técnico e de produção, que deu base sólida para a marca crescer. Na LV Store, inovação e estrutura caminham juntas. Essa troca constante é o que mantém o negócio atual, consistente e preparado para o futuro”, diz Letícia Vaz.
Silvia Braz e Maria Braz, criadoras de conteúdo
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Além da cumplicidade de mãe e filha, Silvia Braz e Maria Braz compartilham uma trajetória construída a partir da paixão pela moda e pela comunicação. Ainda adolescente, foi Maria quem incentivou a criação de um blog, movimento que deu início à presença digital da mãe há mais de quinze anos. Anos depois, ela própria seguiria pelo mesmo caminho, consolidando-se como um dos principais nomes de sua geração no segmento. “É um orgulho dividir essa jornada. A gente aprende uma com a outra todos os dias, existe uma troca constante, verdadeira, que fortalece nosso trabalho”, afirma Silvia.
Hoje, atuam juntas em campanhas e eventos de marcas de luxo, somando forças em uma conexão que atravessa gerações e se destaca como um diferencial no mercado. A relação de olhares complementares e repertórios distintos reflete como o luxo se fortalece na continuidade e na renovação de seus códigos. “Cresci vendo minha mãe transformar paixão em profissão. Poder construir a minha própria trajetória e, ao mesmo tempo, dividir momentos tão importantes com ela é muito especial”, completa Maria.
Etel Carmona, Camila e Lissa Carmona, ETEL
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A conexão com o design brasileiro esteve sempre atrelada à família Carmona, mas foi em 1985 que Etel Carmona fundou a Galeria de design com seu nome, que posteriormente ganhou relevância nacional para o contexto desse universo. A história iniciada por Etel permanece, com as suas filhas Lissa Carmona, Curadora e CEO da marca ETEL, e Camila Carmona, diretora comercial. Lissa é graduada em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e trabalhava no mercado financeiro, porém a influência da mãe trouxe o gosto pelas belas artes e pelo mobiliário.
Assim, Lissa iniciou sua jornada no design brasileiro a convite de sua mãe, em 1994, para a estreia da marca na International Contemporary Furniture Fair, em Nova York. O evento brasileiro foi um sucesso, e marcou a construção do legado familiar com a entrada da Lissa como sócia da Etel. Atualmente, ela segue expandindo essa herança por meio da pesquisa, curadoria e preservação do trabalho de grandes arquitetos, como Oscar Niemeyer. No cenário internacional, ela continua a levar esse legado, como a abertura de um endereço próprio da marca em Milão e em Houston, no Texas.
“Construir uma empresa é um exercício diário de visão e persistência. Quando fundei a ETEL, lá atrás, o design brasileiro ainda buscava seu espaço. Ver hoje a nova geração da minha própria família à frente do negócio, trazendo novas leituras e expandindo horizontes, é a prova de que o legado só se mantém vivo quando encontra novas interpretações sem perder a essência. A força feminina está justamente nessa capacidade de preservar essência e, ao mesmo tempo, seguir evoluindo.” conta Etel Carmona.
Já Camila Carmona, integra a história da marca desde 1997. Seu percurso teve início na produção da editora de design, onde realizou uma imersão rigorosa nos métodos construtivos, nos processos e, sobretudo, na dimensão artesanal que constitui a essência da ETEL. Em 1999, assumiu a direção comercial da galeria de design, ampliando o diálogo da marca com arquitetos, colecionadores e instituições, sempre a partir de uma visão que articula mercado e cultura.
“Crescer dentro da empresa nos dá um senso profundo de responsabilidade com o legado, mas também nos provoca a questionar e propor novos caminhos. A diferença geracional é uma potência: enquanto uma geração carrega experiência e visão de longo prazo, a outra traz agilidade e uma leitura contemporânea de mercado. No fim, é essa troca constante que mantém a empresa relevante.” afirma Camila Carmona
Com seu trabalho pioneiro de reedições, a ETEL dá nova luz a desenhos primorosos da produção moderna no Brasil, descoberta tardiamente e hoje considerada uma das mais relevantes do período no mundo. O resgate é baseado em metodologia rigorosa, fidelidade aos originais e intenso diálogo com institutos e famílias que representam obras. Compõem a coleção, curada por Lissa Carmona, peças de Oscar Niemeyer, Lina Bo Bardi, Jorge Zalszupin, Sergio Rodrigues, Oswaldo Bratke, Branco & Preto e Giuseppe Scapinelli, entre outros.
“Assumir protagonismo em um negócio familiar liderado por mulheres é, para mim, motivo de orgulho e também de compromisso. Representar o Brasil e o design brasileiro no mercado internacional é uma honra para mim. O diálogo entre gerações amplia repertório e fortalece decisões.” garante Lissa Carmona.
Raquel Arnaud e Myra Arnaud Babenco – Galeria Raquel Arnaud
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A relação profissional entre Myra e Raquel Arnaud traduz com clareza a força da liderança intergeracional. Mãe e filha compartilham a condução de uma galeria, estabelecendo um diálogo constante entre experiência e renovação.
“Conduzir a galeria ao lado da minha mãe é transformar legado em movimento. A tradição nos dá base, mas é o diálogo entre gerações que nos permite continuar relevantes e em constante evolução”, afirma Myra Arnaud.
De um lado, a trajetória consolidada e o repertório construído ao longo dos anos; de outro, um olhar afinado com as transformações do mercado e as novas dinâmicas do circuito artístico. Não se trata apenas de sucessão, mas de convivência estratégica: duas gerações que atuam juntas, trocando perspectivas e fortalecendo o negócio a partir dessa complementaridade.
Andrea Pinheiro e Maguy Etlin – Fundação Bienal de São Paulo
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A reeleição de Andrea Pinheiro e Maguy Etlin como presidente e vice-presidente da 37ª Bienal de São Paulo reforça um marco importante no cenário cultural brasileiro. À frente de uma das instituições mais relevantes do país, elas representam duas trajetórias que se encontram para sustentar uma liderança feminina sólida no mundo da arte. “Assumir novamente essa responsabilidade é, para mim, um compromisso com a continuidade e com o futuro. Liderar a Bienal é trabalhar para que ela permaneça relevante, diversa e conectada às transformações do nosso tempo”, afirma Andrea Pinheiro.
A atuação conjunta evidencia como diferentes vivências e gerações podem fortalecer a governança, ampliar o diálogo institucional e consolidar projetos de grande escala. Em um ambiente historicamente marcado por desafios estruturais, a presença de duas mulheres no comando sinaliza não apenas representatividade, mas competência estratégica e continuidade.
Rafaela Furlanetto e Luiza Furlanetto – Vicenza
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À frente da Vicenza, Rafaela e Luiza Furlanetto representam a potência da conexão entre gerações na construção de uma marca que equilibra desejo, consistência e visão de futuro. Primas e parceiras estratégicas, formam um equilíbrio ao conectar inovação com comunicação, produto com posicionamento, estética com narrativa.
Rafaela lidera a direção criativa com olhar apurado para design, comportamento e desenvolvimento de produto. Sua sensibilidade estética e repertório de moda estruturam coleções com identidade forte, alinhadas às tendências, mas com assinatura própria. Ela traduz comportamento em design, garantindo coerência, valor percebido e consistência de marca.
Já a Luiza amplia essa construção com uma leitura estratégica de marketing e cultura digital. Representando uma geração nativa das redes, fortalece a presença da Vicenza por meio de comunidade, narrativa e conexão. Sua atuação transforma uma coleção em campanha com propósito e o produto em posicionamento com significado.
As duas atuam de forma complementar, é sobre ângulos diferentes e olhares únicos que tornam essa parceria tão especial para a marca. Essa dinâmica permite que a Vicenza dialogue com diferentes públicos sem perder identidade, conecte design autoral à relevância cultural, atravesse gerações de clientes e influencie o mercado de forma orgânica.
Riccy Souza Aranha, Carol Porto e Ciccy Halpern – Mixed
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Marca 100% familiar, a Mixed é um exemplo de como diferentes gerações podem coexistir na liderança de um negócio de moda e transformar diversidade etária em potência criativa e estratégica. À frente da empresa está Riccy Souza Aranha, Diretora Criativa e fundadora da marca, que construiu ao longo das décadas um DNA baseado em feminilidade, sofisticação e identidade autoral.
Ao seu lado, as filhas Carol Souza Aranha, Head de Estilo, e Ciccy Souza Aranha, Diretora Criativa, ampliam o olhar da marca para novos comportamentos e repertórios contemporâneos. Juntas, elas equilibram tradição e renovação, combinando experiência, sensibilidade de mercado e conexão com novas gerações de consumidoras.
Mais do que uma estrutura familiar, a Mixed transformou a pluralidade de visões dentro de casa em uma estratégia de crescimento — onde diferentes perspectivas criativas e vivências se complementam e fortalecem a construção de marca.
Patricia Viera e Andreia Viera – Patricia Viera
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Referência nacional no trabalho com couro e na construção de uma identidade autoral sofisticada, a marca Patricia Viera inicia um novo capítulo em sua trajetória com a chegada da nova geração à liderança. A estilista, que consolidou seu nome como sinônimo de excelência e inovação em técnicas artesanais, agora divide o protagonismo da gestão com a filha, Andreia Viera, que assume a frente do negócio.
O movimento marca um processo de sucessão que vai além da continuidade: representa a união entre legado e renovação. Enquanto Patricia mantém o olhar criativo apurado que construiu a reputação da marca ao longo dos anos, Andreia traz uma perspectiva contemporânea, conectada às transformações do mercado, às novas dinâmicas de consumo e às estratégias de expansão.
Ao integrar diferentes gerações na gestão, a Patricia Viera transforma a diversidade etária em um ativo estratégico — equilibrando tradição, inovação e visão de futuro para sustentar o crescimento da marca em um cenário cada vez mais competitivo.
Sandra Chayo, Fernanda Cordeiro, Natasha Wichan e Maria Fernanda Bacchereti – HOPE
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Sandra Chayo é diretora institucional do Grupo HOPE e representa a segunda geração de uma família empreendedora. Ao unir o legado construído por seu pai a uma visão estratégica e inovadora, conduziu a transformação da HOPE de fabricante de lingerie em um ecossistema de moda e bem-estar, com mais de 300 lojas no Brasil. Sob sua liderança, a marca fortaleceu áreas como produto, marketing, e-commerce e franquias, consolidando-se como referência em inovação no varejo e preservando valores como sofisticação, ética e visão de longo prazo.
“No Grupo HOPE, acreditamos muito na força das trajetórias individuais e no legado que cada uma carrega. Minha própria história foi profundamente influenciada pelo meu pai, que sempre foi uma grande inspiração e mentor, e isso molda a forma como enxergo gestão e construção de marca. Quando unimos essa experiência a profissionais de diferentes gerações, criamos um ambiente de troca, que amplia repertórios, traz novos olhares e nos mantém conectadas às transformações do mercado. É dessa combinação entre legado, escuta ativa e inovação que nasce um crescimento consistente e humano.”, explica Sandra Chayo, diretora institucional do Grupo HOPE.
Executiva com experiência em Marketing e Comunicação no varejo de moda, Fernanda Cordeiro é Gerente de Marketing das marcas HOPE e HOPE Resort. Ao longo de sua trajetória profissional, atuou em empresas como Arezzo&Co, Grupo Boticário e GPA, conectando estratégias de marca à performance do negócio no varejo. No Grupo HOPE, lidera frentes de branding, trade marketing e visual merchandising (VM), contribuindo para o fortalecimento das marcas e sua performance nos diferentes canais de venda.
Já Natasha Wichan, é Coordenadora de Marketing da HOPE, marca do Grupo HOPE, com atuação em Branding e Comunicação Integrada. Lidera estratégias de marketing 360°, integrando campanhas, redes sociais, influenciadores, PR, ativações, eventos, parcerias estratégicas e gestão de budget.
Graduada em Relações Públicas, com especialização em Marketing Digital, iniciou sua trajetória no universo da beleza, em assessoria de imprensa. Ao longo da carreira, consolidou uma visão estratégica e multidisciplinar, com foco em posicionamento de marca e resultados.
Por fim, Maria Fernanda Bacchereti é Coordenadora de Marketing da HOPE Resort, com atuação em Branding e PR, e é apaixonada pelo universo do varejo de moda, setor em que atua há sete anos. Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, iniciou sua trajetória no Grupo Rosset como analista de marketing e, após três anos, expandiu sua experiência ao assumir a coordenação de Trade Marketing na Schutz (Grupo Azzas 2154). Ao longo da carreira, construiu uma visão estratégica de marketing 360°, integrando branding, redes sociais, PR, campanhas, trade e brand experience.
No Grupo HOPE, o trabalho de Sandra Chayo, Fernanda Cordeiro, Natasha Wichan e Maria Fernanda Bacchereti se complementa ao integrar visão estratégica, execução multicanal e construção de marca.
Enquanto Sandra traz a experiência de mais de duas décadas à frente da marca onde promoveu uma verdadeira transformação, Fernanda atua de forma mais ampla na gestão de marketing das marcas HOPE Underwear e HOPE Resort, conectando branding, trade e performance no varejo, Natasha lidera a comunicação integrada com foco em campanhas, influenciadores, PR e ativações que fortalecem o posicionamento da HOPE. Já Maria Fernanda direciona sua atuação para a HOPE Resort, com olhar voltado à experiência de marca, relacionamento e construção de imagem.
“Com um olhar complementar entre HOPE Underwear e HOPE Resort, unimos gestão estratégica, experiência de marca e foco em resultados para estruturar uma atuação 360°, fortalecendo posicionamento, relevância e crescimento sustentável das marcas.”, explica Fernanda Cordeiro.