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Ex-presidente do Atlético-GO tem novo adiamento em caso que é acusado por assassinato

Ele e outras cinco pessoas respondem pela morte do radialista

Ex-presidente do Atlético-GO tem novo adiamento em caso que é acusado por assassinato

 

O júri popular referente ao crime de homicídio cometido em 2012 contra o jornalista Valério Luiz onde um dos acusados é o ex-presidente do Atlético-GO, Maurício Sampaio, não aconteceu na manhã desta segunda-feira (02). Por conta do abandono da sessão por parte defesa.

O radialista Valério Luiz foi morto a tiros, na cidade de Goiânia, em Goiás. De acordo com a acusação, o assassinato teria sido motivado por conta das constantes críticas do radialista à diretoria do Atlético-GO, do qual Maurício Sampaio era vice-presidente à época.

Além de Maurício, outras quatro pessoas são acusadas de participação na morte do radialista que trabalhava na Rádio Jornal 820: Ademá Figueiredo, Djalma da Silva, Marcus Xavier e Urbano Malta. Valério, que era torcedor do Atlético, saia do rádio no dia do crime quando seu veículo foi atingido por diversos disparos vindos de ocupantes de uma motocicleta.

Enquanto o ex-presidente do clube teria sido o mandante do crime por conta das críticas feitas a gestão do Atlético-GO, Urbano teria participado da premeditação com Ademá e Djalma sendo os supostos autores e responsáveis também pelas tentativas de interferirem nas investigações, já que tanto Ademá como Djalma eram integrantes da Polícia Militar de Goiás.

O julgamento foi adiado depois da defesa de Maurício abandonar o plenário. Essa é a quarta oportunidade que o júri popular sofre uma alteração de data. Novo julgamento deve ser feito no dia 13 de junho.