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EUA, UE e Espanha oferecem ajuda econômica para atender migrantes na América Central

EUA, UE e Espanha oferecem ajuda econômica para atender migrantes na América Central

A vice-presidente dos EUA, Kamala Harris - AFP


Os Estados Unidos, a União Europeia e a Espanha ofereceram ajuda econômica à América Central e ao México para ajudar aqueles que são obrigados a migrar em busca de melhores condições de vida, anunciaram nesta quinta-feira (10) antes de uma cúpula presidencial.

O governo de Joe Biden doará US$ 57 milhões, além dos US$ 310 milhões em ajuda humanitária para a região, anunciada pela vice-presidente Kamala Harris no final de abril.

“O dinheiro é um apoio aos governos que respondem e enfrentam esta situação na região e deve ser usado para criar sistemas de asilo. Isso permitirá que eles lidem um pouco melhor com a pressão”, afirmou Amy Pope, assessora para questões de imigração no Conselho de Segurança dos Estados Unidos, durante reunião em San José.

“Isso faz parte do enfoque muito mais integral do presidente Biden sobre a migração, onde dizemos que não se trata apenas do que está acontecendo na fronteira dos Estados Unidos, mas do que está acontecendo que faz com que as pessoas sintam que não têm outra opção a não ser fugir” de seus países, ressaltou Pope.

O anúncio foi feito no “evento de solidariedade às pessoas deslocadas forçadamente e às comunidades que os acolhem na América Central e no México”, que antecede a Cúpula extraordinária de Chefes de Estado e de Governo SICA-Espanha, com sede na Costa Rica.

Na reunião, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, também anunciou uma contribuição de 7,6 milhões de dólares para a causa.

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Por sua vez, a União Europeia comprometeu o equivalente a 22,5 milhões de dólares, conforme anunciado pelo comissário europeu para a gestão de crises da UE, Janez Lenarcic.

A migração a partir da América Central para os Estados Unidos tem aumentado desde 2018, com pessoas justificando fugir da pobreza e da violência que afeta seus países, situação que foi agravada pela pandemia da covid-19 e por desastres naturais.

Na última segunda-feira, Harris lembrou durante uma visita à Guatemala os perigos enfrentados pelos migrantes durante seu trajeto a pé, expostos a abusos e ao tráfico de pessoas na rota até a fronteira EUA-México.

“Não venham, não venham. Os Estados Unidos continuarão cumprindo a lei e protegendo suas fronteiras (…). Nossa prioridade é desencorajar a migração ilegal (…). Só os coiotes são beneficiados”, declarou em referência a como os traficantes são conhecido.

Diante do desencorajamento, Harris prometeu trabalhar com a América Central para enfrentar as causas que motivam o fenômeno.

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