Economia

EUA: agência reguladora propõe oficialmente alterações em aeronave da Boeing

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) explicou pela primeira vez toda a gama de alterações de hardware, software, treinamento de tripulação e manutenção que está propondo para que a aeronave 737 MAX, da Boeing, possa voltar a operar. A fabricante de aviões teve que paralisar as operações do jato em março de 2019, após dois acidentes fatais que causaram, juntos, 346 mortes.

+ SP deve receber cinco milhões de doses de vacina chinesa em outubro, diz Doria

A divulgação do documento, repleto de explicações técnicas, sinaliza que a FAA, os reguladores estrangeiros e a Boeing chegaram a um consenso sobre as correções mais importantes. As propostas estarão sujeitas, agora, a um período de comentários públicos de 45 dias e a semanas de análises e respostas adicionais da FAA.

Autoridades do setor projetam que o 737 MAX poderia voltar a operar no início de 2021. Antes, ainda serão feitas diversas análises técnicas independentes, testes de simuladores com pilotos internacionais e mais comentários públicos sobre requisitos específicos de treinamento dos pilotos.

“Embora ainda tenhamos muito trabalho pela frente, esse é um marco importante no processo de certificação”, disse um porta-voz da Boeing. Fonte: Dow Jones Newswires

Veja também

+Cidadania divulga calendário de pagamentos da extensão do auxílio emergencial

+MasterChef: competidora lava louça durante prova do 12º episódio’

+ Veja mudanças após decisão do STF sobre IPVA

+ 12 razões que podem fazer você menstruar duas vezes no mês

+ Arqueólogo leva 36 anos para montar maquete precisa da Roma Antiga

+ Jovem é suspeita de matar namorado com agulha de narguilé durante briga por pastel

+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago

+ Por que não consigo emagrecer? 7 possíveis razões

+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?

+ Educar é mais importante do que colecionar

+ Pragas, pestes, epidemias e pandemias na arte contemporânea