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‘Eu vi tudo, isso me sufoca’, diz irmão de mulher que morreu após cair de costão em SC

Crédito: Reprodução/ redes sociais

O irmão da professora Soliane Luiza, Eduardo Leal Neto, estava com ela na Praia Grande, na cidade de Penha (SC), quando ela se desequilibrou e caiu do costão da Ponta do Vigia, no domingo (17). Em entrevista ao Uol, Eduardo contou que estava tirando fotos da irmã quando a tragédia aconteceu.

“Todos os lugares que ela gostava de bater fotos, eu sempre ia primeiro [na frente]. Para ela ver que tinha segurança. Eu fiz o que pude para protegê-la. É uma situação que não sai da mente. Que eu não consegui fazer nada, vendo desde o início até o fim”, relembra. “Eu vi tudo aquilo. A cena da queda, ela sendo arrastada para o mar… isso me sufoca”, continuou.

Após cair do costão, de uma altura de cerca de 5 metros, a professora foi arrastada por uma onda. Eduardo conta que pensou em pular para ajudar a irmã, mas não fez isso porque não sabia nadar. “Eu entrei em desespero para pegá-la. Queria pular. Tomava distância, vinha correndo. Quando eu ia pular, parecia que na frente tinha uma barreira na minha frente dizendo: ‘não pula que você vai morrer e não vai pegá-la'”, lembrou Eduardo na entrevista ao Uol.

Socorrida com vida

Soliane foi socorrida por guarda-vidas civis, que pediram o apoio do helicóptero Arcanjo 3, do Corpo de Bombeiros. Conforme a corporação, o trabalho de resgate foi dificultado pela proximidade com o costão e as fortes rajadas de vento no local. De acordo com os socorristas, a vítima foi retirada da água ainda com vida, com afogamento grau 6.

Na areia da praia, foram realizados procedimentos para recuperação. Após a volta dos batimentos cardíacos, a vítima foi conduzida por uma ambulância até um campo de futebol, onde o helicóptero iria levar a professora até o Hospital Marieta Konder Borhausen, em Itajaí.


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No entanto, ao chegar no local da decolagem, a vítima piorou o quadro de saúde, sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu no local. Soliane era divorciada, estava namorando e não tinha filhos. Ela trabalhava como professora em um Centro de Educação Infantil em Balneário Camboriú.

“Tudo isso me deixa totalmente sem visão para o futuro. Deus está operando em mim, pois eu tenho minha família, tenho meus amigos, meu filho e não posso desabar. Está um vazio, está muito complicado”, desabafou Eduardo.

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