’Eu não tenho provas, tenho evidências’. Dessa vez, nem um rato a montanha pariu

Crédito: Reprodução/Facebook

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O verdugo do Planalto deu um ‘beiço’ – outro, aliás – nos idiotas que lhe seguem, e não apresentou quaisquer provas de fraude eleitoral como havia cacarejado, digo, prometido, na sua ‘live’ desta quinta-feira (29/7). Mas, normal, né? Também já havia prometido combater a corrupção, não entregar o governo para o Centrão, privatizar a TV Lula, etc, etc, etc…

A língua portuguesa é riquíssima em substantivos e adjetivos, e o termo ‘vigarista’ é um belo exemplo, já que serve aos dois propósitos. Além disso é popular, fácil, curto, forte, direto e possui uma quantidade enorme de sinônimos:

Espertalhão, trapaceiro, alarifaço, ardilão, argucioso, azevieiro, azougado, capcioso, caviloso, finório, inzoneiro, ladino, lagarteiro, lapardão, malandro, malicioso, pilantra, retrincado, ronhento, ronhoso, socarrão, sorrateiro, velhaco, argamandel, trapacento, cambalacheiro, burlão, caloteiro, desonesto, escroque, intrujão, ludibriador, pandilha, patife, safado, tratante…

Jair Bolsonaro, o devoto da cloroquina, maníaco do tratamento precoce, não aparece na lista de sinônimos acima, e isso é um erro imperdoável. Pois o ‘papis’ do senador das rachadinhas e da mansão de 6 milhões de reais é simplesmente o mais perfeito e acabado sinônimo do que costumamos e convencionamos a chamar de ‘vigarista’.

O bilontra – mais um sinônimo!! – atraiu a audiência para repetir as mesmas ofensas, mentiras e falácias a respeito das urnas eletrônicas, do voto impresso, das eleições passadas e da provável surra eleitoral que irá levar em outubro de 2022, seja para o meliante de São Bernardo (Lula da Silva), o apresentador de ‘freak show’ (Datena) ou o tão sonhado e aguardado nome, da cada vez mais improvável, terceira via.

Jair Bolsonaro, o amigão do Queiroz, marido da receptora de quase 90 mil reais em cheques de milicianos, o psicopata-sociopata-homicida ignorante que espalha vírus e que ajudou a matar 550 mil brasileiros por Covid-19, sabe que irá perder a eleição e por isso se empenha em, desde já, tumultuar o ambiente para tentar ‘melar’ o jogo e assim poder praticar seu esporte favorito (perde apenas para superfaturamento de 1000% de vacinas): golpear a democracia.

Ah! Ele gosta muito de outros ‘esportes’ também: contratar funcionários fantasmas, ‘comer gente’ com verba parlamentar, condecorar assassinos de aluguel, incentivar suicídio em massa, ofender as pessoas por causa do gênero, religião, cor da pele e ideologia política, ‘cagar’ para o Parlamento, etc. Mas isso é assunto para uma outra hora.






Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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