Brasil

Estudo de eficácia da CoronaVac deve ser divulgado em dezembro

SÃO PAULO, 23 NOV (ANSA) – Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (23), o secretário de Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, informou que o número mínimo de pessoas infectadas nos estudos clínicos da vacina CoronaVac foi atingido e que o estudo sobre a eficácia da imunização deve ser divulgado “na primeira semana de dezembro”.   

A vacina da Sinovac Biotech está sendo estudada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan e, segundo o diretor da entidade nacional, Dimas Covas, 74 dos 10.800 voluntários que receberam as doses do imunizante contraíram a Covid-19. O nível mínimo de contaminados para a pesquisa era de 61 doentes, ainda informou Covas.   

Agora, os dados serão analisados para verificar quantos dos infectados haviam tomado a imunização e quantos haviam tomado o placebo para analisar a eficácia da proteção da CoronaVac.   

Gorinchteyn ainda informou que os dados apresentados serão enviados para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assim que possível e que espera a autorização nacional já em janeiro. Após uma mudança em suas regras por conta da pandemia de Covid-19, a Anvisa reduziu seu prazo de aprovação de vacinas para 60 dias.   

“Tomara que esteja pronta em janeiro, porque cada dia com a vacina faz diferença. É nossa luta, para dar celeridade ao processo. Esperamos cooperação da Anvisa e do Ministério da Saúde porque se trata de situação emergencial, de salvar vidas”, disse ainda Covas.   


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Até o momento, três vacinas candidatas já apresentaram dados preliminares sobre a fase 3 dos testes – a etapa final: a da Pfizer e BioNTech, que teve 95% de eficácia na prevenção; a da Moderna, com 94,5%, e a da Universidade de Oxford e AstraZeneca, com até 90% em uma das dosagens. Todos precisam ser confirmados por cientistas independentes e publicados em revista científica – mas o processo de registro já foi iniciado em alguns países, como Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia.   

A Anvisa, assim como a Organização Mundial da Saúde (OMS), exige um mínimo de 50% de eficácia na prevenção de uma doença que precisa de vacinação. (ANSA).   

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