ISTOÉ 2016

Estruturas militares vão servir como base de 20 modalidades brasileiras no Rio

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) vai apostar em estruturas pertencentes às Forças Armadas para montar seus “quartéis generais” durante os Jogos Olímpicos do Rio. Se em Londres a maior parte da estrutura ficou concentrada no Crystal Palace, um clube esportivo local, no Rio-2016 serão utilizadas sete bases, sendo três delas militares.

Boxe, handebol, lutas, tae kwon do, tiro com arco, vela e vôlei de praia vão usar as instalações do Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx), localizado na Urca, zona Sul da cidade. Os atletas da vela e do vôlei de praia ficarão durante todo o período dos Jogos no CCFEx, em virtude da proximidade de seus locais de competição – a Marina da Glória e a praia da Copacabana, respectivamente. Eles sequer vão se hospedar na Vila Olímpica.

A Escola Naval, no Aterro do Flamengo, também no Sul da cidade, estará disponível para treinamentos do nado sincronizado, polo aquático e tiro esportivo. Em Deodoro, o COB vai montar uma área de descanso, com espaço para fisioterapia, convivência e alimentação para as dez modalidades que terão provas lá: canoagem slalom, pentatlo moderno, hipismo (CCE, adestramento e saltos), ciclismo BMX, ciclismo mountain bike, rúgbi, hóquei sobre grama e basquete feminino.

Para facilitar o deslocamento para os locais de prova, o Hotel do SESC, em Copacabana, vai receber os atletas do remo, da canoagem velocidade (modalidades que terão provas na Lagoa Rodrigo de Freitas), do ciclismo de estrada, da maratona aquática e do triatlo (provas com largada e chegada em Copacabana).

“A bem sucedida experiência do Crystal Palace, em Londres 2012, nos indicou que a base fora da Vila Olímpica é extremamente benéfica para a preparação final dos atletas. Na Urca, os atletas terão autonomia nos horários de treinamentos, maior privacidade, deslocamentos menores e alimentação balanceada. A base de treinamento terá ainda hospedagem, lavanderia, academia, serviços médicos, ciências do esportes, academia e uma área de convivência. Tudo isso para deixar o atleta o mais preparado possível para as competições”, explicou o medalhista olímpico Bernard Rajzman, chefe de missão do Brasil no Rio-2016.

Outra experiência bem sucedida, no entender do COB, foi utilizar quadras de escolas com base de treinos para as seleções de boxe. Por isso, foi reservado o colégio CEC (Centro de Educação e Cultura), que fica a apenas 15 minutos da Vila Olímpica.

Outro colégio, o QI, que fica no Riocentro, ao lado da Vila Olímpica, atenderá a equipe de esgrima. De acordo com o COB, os dois locais terão base de treinamento, fisioterapia, videoanálise e força e condicionamento.

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