Estevam Pelo Mundo mergulha no fenômeno Bad Bunny em Porto Rico

Influenciador desembarca na ilha caribenha para investigar de perto o sucesso do artista

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Estevam Pelo Mundo mergulha no fenômeno Bad Bunny em Porto Rico Foto: Divulgação

Enquanto o Brasil ainda se despede do Carnaval, o influenciador de viagens Estevam Pelo Mundo troca o agito do Camarote Salvador pelas ruas históricas de San Juan, em Porto Rico. O destino não foi escolhido por acaso: ele desembarca na ilha caribenha para investigar de perto o chamado “efeito Bad Bunny”, o fenômeno cultural que transformou o território em um dos principais polos do pop global.

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Mais do que praias paradisíacas e cenários de clipes, a proposta da viagem é entender como um território com pouco mais de 9 mil km² conseguiu dominar as paradas do Spotify, influenciar tendências de moda e comportamento e se tornar referência para a Geração Z no mundo inteiro. A visita acontece em um momento estratégico, às vésperas da aguardada passagem de Bad Bunny pelo Brasil.

Durante a imersão, Estevam busca mostrar que Porto Rico vai além do artista que hoje simboliza sua força cultural. A ascensão do reggaeton impulsionou bairros como Santurce e a Velha San Juan, transformando a região em um polo criativo que movimenta milhões de dólares e atrai visitantes interessados na identidade local. O crescimento do chamado “turismo musical” reforça essa nova fase da ilha.

“Sair do Camarote Salvador, que representa o auge da nossa indústria da alegria, e vir direto para San Juan é um contraste fascinante”, afirma Estevam. “Quero mostrar que Porto Rico não é apenas um cenário de clipe. Existe uma mistura de influência americana com alma latina, uma identidade muito forte e uma autenticidade que ajuda a explicar por que a música deles conquistou o mundo.”

Bad Bunny durante apresentação no Super Bowl LX

A série também dá voz aos moradores locais, explorando temas como custo de vida, o impacto do status de território dos Estados Unidos e a maneira como a cultura porto-riquenha se mantém vibrante por meio da arte urbana, da gastronomia e da música.

Com a chegada de Bad Bunny ao Brasil cada vez mais próxima, a curiosidade sobre suas raízes tende a crescer. A proposta de Estevam é justamente antecipar esse interesse, conectando o público brasileiro às origens do movimento que hoje domina playlists, redes sociais e festivais internacionais.

Depois do frenesi do Carnaval, a pergunta que fica é: estamos prontos para entender a potência cultural da América Latina que fala espanhol, mas dança no mesmo ritmo que nós?