Estado oculto

Fez sentido a decisão do presidente Michel Temer não ter ido ao encerramento da Olimpíada para poupar-se do desgaste de vaias às vésperas do julgamento do impeachment, e a escolha de se apresentar nas Paraolimpíadas. Opinião do ex-ministro dos Esportes, Orlando Silva, que presenciou a vaia a Temer na cerimônia de abertura da Rio 2016, na qual o presidente preferiu não ser anunciado ao declarar aberto os Jogos Olímpicos: “O Estado brasileiro ficou oculto. Foi ruim. Mas é a vida”. Silva, ministro dos Esportes do governo Lula em 2009, quando o COI anunciou o Rio como sede da Olímpiada em 2016, deixou o Maracanã pela rampa comum com a família.

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