Bruninho é um dos maiores jogadores de vôlei da história. Dono de três medalhas olímpicas, o levantador viveu todas as experiências possíveis com a camisa da Seleção Brasileira. Da decepção em 2008 e 2012, ao ouro em 2016, o jogador se tornou um capitão de primeira prateleira.  Com o segundo episódio do quadro “Estrelas Nacionais”, o Lance! te conta mais sobre o atleta brasileiro.

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Bruninho, ou melhor o “Capita”, como também ficou conhecido, precisou lidar a vida inteira com a pressão de ser filho de um ídolo do vôlei – Bernardinho. Mas antes de ter essa alcunha, o levantador precisou mostrar ser digno de recebê-la.

O jogador chegou muito novo à Seleção, com 21 anos, em 2007 e disputou sua primeira Olimpíada no ano seguinte, em Pequim. Com a “amarelinha” ficou com a medalha de prata na competição, após o Brasil levar a virada para os Estados Unidos. Na edição seguinte, já um titular consolidado – Bruninho teve a sua segunda decepção ao levar, novamente, uma virada na final – dessa vez para os russos.

A sequência de resultados frustrantes, no entanto, chegou ao fim da melhor maneira possível. Nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, o levantador liderou a Seleção Brasileira ao lugar mais alto do pódio. Contra a Itália, o Brasil detonou todos os seus fantasmas e aplicou um 3-0 diante de um Maracanãzinho lotado.

Para a próxima edição dos Jogos, em Paris, Bruninho chegará com uma perspectiva diferente. Com 37 anos, o levantador agora tem a função de liderar uma equipe formada por uma série de jogadores jovens. De jovem coadjuvante à líder incontestável, Bruninho se estabeleceu como um dos maiores capitães da história do vôlei brasileiro.