Esportes

Esperança em Tóquio, Jaqueline Ferreira comemora lugar entre as melhores do mundo


A pesista Jaqueline Ferreira, da categoria até 87kg, compete neste domingo, às 23h50 (de Brasília), no Fórum Internacional de Tóquio. Integrante do Grupo B dos Jogos de Tóquio-2020, aos 34 anos, ela vai para sua terceira participação olímpica com muita experiência na bagagem. E o momento também é favorável. A atleta vive o auge de sua carreira e conhece muito bem o caminho para a concentração na plataforma.

Os 18 anos da pesista no esporte já passam um recado importante: além de experiência, Jaqueline terá também muita dedicação quando começarem as disputas. Chegar à terceira Olimpíada, para ela, é a realização de um sonho, mas também atesta sua qualidade. A carioca vive o seu melhor momento esportivo, que se mistura com sua empolgação. Segundo ela, o sentimento agora é o mesmo de sua estreia, nos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

“É o meu auge, com certeza. É o sonho de todo atleta chegar no maior evento esportivo, que é a Olimpíada. Quando cheguei à minha primeira, foi uma emoção sem tamanho. Mas senti a mesma emoção agora, é estar mais uma vez entre os melhores. É uma responsabilidade muito grande representar meu país nesse evento, uma honra também”, afirmou Jaqueline.

Já nos últimos detalhes da preparação na Vila Olímpica, a atleta valorizou a oportunidade de estar perto de craques de diversas modalidades ao redor do mundo – ainda que as restrições da pandemia impeçam um contato mais acalorado, característico do brasileiro. Uma das principais lamentações de Jaqueline é estar em Tóquio, uma das grandes cidades do mundo, e não poder conhecer mais da cultura local. “É um pouco triste pela pandemia, a gente não pode conhecer muita coisa. Essa é a parte ruim”, disse.

Para a pesista, no entanto, esses problemas se limitam aos arredores do Fórum Internacional de Tóquio. A falta de público nas arquibancadas não será um fator incômodo. Afinal, segundo ela, os momentos de arranco e arremesso são de foco total. A partir do momento em que ela caminha para a plataforma, nada mais entra pelos seus ouvidos – exceto uma voz, vibrante e familiar: a do técnico Dragos Stanica, que a acompanha no esporte desde os 16 anos.

“Quando eu entro na plataforma, não vejo mais nada na minha frente. Só escuto o Dragos gritando, porque ele consegue ultrapassar qualquer coisa… E mais nada! Não consigo ver nem ouvir mais nada”, finalizou Jaqueline.

A brasileira está na disputa do Grupo B ao lado de Lidia Perez (Espanha), Clementine Noumbissi (Camarões), Yeounhee Kang (Coreia do Sul) e Kanah Andrews-Nahu (Nova Zelândia). O peso de entrada da brasileira é de 230kg.

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