No vai e vem boêmio do bairro de Copacabana, na zona sul do Rio, um endereço vem reunindo mais do que mesas cheias: reúne histórias, encontros e bastidores da cena cultural carioca. O Restaurante Novo, que nasceu em meio às incertezas da pandemia, hoje se firma como território de afetos e criação — um verdadeiro “berço” contemporâneo da classe artística na Cidade Maravilhosa.
Por ali, nomes como Glória Pires, Totia Meireles, Neusa Borges, Dhu Moraes, Marisa Orth e Luiza Tomé já marcaram presença — não apenas como clientes, mas como parte de uma atmosfera onde arte e convivência se misturam naturalmente.
O prato que vem roubando a cena é a picanha na pedra, preparada e finalizada diante do cliente, num ritual que mistura gastronomia e espetáculo. É ali, no calor da pedra e das conversas, que o Novo constrói sua identidade: simples, sensorial e agregadora.
Criado pelo chef e proprietário Edu Costha, o restaurante carrega no nome o espírito de recomeço. “O Novo nasceu de um momento em que tudo parecia incerto. Era sobre acreditar de novo, sonhar de novo. Hoje, ver artistas se encontrando aqui, criando memórias, é a maior recompensa”, afirma ele.
Filho de nordestinos e cozinheiro desde cedo, Edu transformou sua trajetória em um espaço onde diferentes tribos se reconhecem — e onde servir vai além do prato: é também um ato cultural.
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