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Enderson Moreira analisa estreia do Botafogo na temporada: ‘Tem muita coisa pra ajustar’

Alvinegro empatou com o Boavista no Nilton Santos pela estreia do Campeonato Carioca; o treinador elogiou o desempenho da equipe na partida, principalmente na primeira etapa

Enderson Moreira analisa estreia do Botafogo na temporada: ‘Tem muita coisa pra ajustar’

O Botafogo ficou apenas no empate por 1 a 1 com o Boavista pela primeira rodada da Taça Guanabara. O Alvinegro conseguiu imprimir um bom volume de jogo, mas não conseguiu passar a frente do placar. Após a partida, o técnico Enderson Moreira concedeu entrevista coletiva e analisou o desempenho da equipe.


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– Acho que tivemos algumas coisas interessantes, criamos boas oportunidades, principalmente no primeiro tempo, quando tivemos um controle melhor do jogo, nós conseguimos chegar ao fundo com algumas boas jogadas e finalizações. O jogo caiu muito no segundo tempo para ambas as equipes. Fisicamente, talvez, a equipe não tenha conseguido manter o mesmo ritmo, o que é normal pelo início da temporada. Não que não tenhamos corrido, corremos bastante, mas o nível de movimentação talvez pudesse ser um pouco melhor. Mas foi uma coisa que aconteceu para ambas as equipes.

– Acho, sinceramente, que tem muita coisa para ajustar. Temos um time, hoje, com muitas peças jovens, temos que dar tranquilidade para eles crescerem porque são os jogadores que estão à disposição neste momento – comentou o treinador.

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O treinador também comentou sobre as substituições realizadas no decorrer da segunda etapa. Enderson explicou a permanência de Romildo em campo afirmando que tentou dar estabilidade e ofensividade à equipe com novas peças, mas que a falta de opções no banco de reservas atrapalhou.

– Temos que estar atentos, não podemos desguarnecer o time de qualquer forma. Depois o empate pode virar uma derrota e,sem dúvida nenhuma, é muito pior, se já estamos insatisfeitos com um empate, imagina se tivéssemos perdido. Então eu acho que tentei fazer as modificações sem deixar o time vulnerável, mas tentei dar estabilidade e ofensividade com outras peças. Talvez se tivéssemos um jogador com característica de poder fazer tanto um jogo mais atrás com uma saída melhor…

– O elenco, hoje, trocaríamos um volante por outro ou um meia-atacante por um volante. Eu achei que era muito perigoso porque estávamos com muito meninos no banco. Então não temos somente a questão do encaixe, mas também de como o menino vai entrar e fazer essa função. – explicou Enderson.