O presidente dos Emirados Árabes Unidos e o rei do Bahrein aceitaram o convite dos Estados Unidos para integrar o “Conselho de Paz”, órgão criado para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza após a guerra.
A Casa Branca convidou diversos dirigentes mundiais, incluindo o presidente russo Vladimir Putin, para participar do Conselho, presidido pelo mandatário americano Donald Trump.
O xeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan “aceitou o convite dos Estados Unidos para integrar o Conselho de Paz”, anunciou o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados em comunicado.
O Ministério das Relações Exteriores do Bahrein declarou, por sua vez, que o rei Hamad bin Isa Al Khalifa “aceitou o convite feito por Sua Excelência o presidente Donald Trump dos Estados Unidos da América para integrar o ‘Conselho de Paz'”.
Ambos os países são os principais aliados dos Estados Unidos na região e estão entre as nações árabes que mantêm relações oficiais com Israel após firmarem os Acordos de Abraão durante o primeiro mandato de Trump em 2020.
O Conselho foi concebido originalmente para supervisionar a reconstrução de Gaza, mas seu estatuto no parece limitar sua função ao território palestino ocupado.
De acordo com uma carta enviada aos países convidados, trata-se de “uma organização internacional que busca promover a estabilidade, restaurar uma governança confiável e legítima e garantir uma paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos”.
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