Em menos de dois anos, “PT da Argentina” elimina desigualdade social

Em menos de dois anos, “PT da Argentina” elimina desigualdade social

Foto divulgada pela Presidência Argentina mostra o presidente Alberto Fernandez anunciando novas medidas contra o novo coronavírus, na residência presidencial de Olivos, Buenos Aires, Argentina, em 26 de junho de 2020. - Argentinian Presidency/AFP

Para a surpresa de ninguém, o governo do “justicialista” Alberto Fernández, o poste de Cristina Kirchner, é um desastre. Eleito após o fracasso da administração liberal de Mauricio Macri, a dupla de esquerda conduz nuestros hermanos para o caos. Em breve, infelizmente, a Venezuela terá uma companhia de peso.

A pobreza atinge 41% dos argentinos. Sim, quatro em cada dez são pobres. Eis a especialidade das esquerdas: eliminar a desigualdade social. Todos serão pobres! Salvo, claro, a classe política dominante. Essa, sempre preocupada com o bem-estar do povo, não pode empobrecer. Afinal, quem irá cuidar dos descamisados?


Como se não bastasse, o governo enviou ao Congresso – que aprovou – o famigerado e tão sonhado (pelas esquerdas) imposto sobre grandes fortunas. Sabem o que irá acontecer, né? Primeiro, uma baita fuga de capitais – que já ocorreu, aliás. Segundo, uma fuga de ricos, o que vale dizer, de empresários e consumidores.

Como bem resumiu a gigante imortal Margaret Thatcher, em seu último discurso no Parlamento britânico, em 22 de novembro de 1990: “O problema do socialismo é que você, no fim das contas, esgota o dinheiro dos outros”. E vale o chavão: “O socialismo não deu certo em nenhum país do mundo, em tempo algum”.

É uma pena que povos inteiros ainda se deixem enganar pelos falsos Messias, gente que sempre culpa os outros pela desgraça que produz. No Brasil, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, Manuela D’Ávila, Marcelo Freixo e Fernando Haddad são os expoentes dessa máquina de moer nações. Lula? Esse já era. Só esqueceu de deitar.






Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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