Esportes

Em grave crise financeira, Mogi Mirim luta para não fechar as portas

O Mogi Mirim está em apuros. O tradicional clube do interior de São Paulo, responsável por revelar o pentacampeão Rivaldo, tem dívidas de R$ 20 milhões, problemas jurídicos e resultados ruins. Depois de acumular o quarto rebaixamento em dois anos, a diretoria avalia medidas mais enérgicas como o licenciamento de competições e a venda do estádio.

Neste final de semana o time estreia no Campeonato Brasileiro da Série D – a quarta divisão nacional – contra o Prudentópolis-PR. Os jogos do clube na competição serão em Águas de Lindoia (SP), já que o estádio Vail Chaves, em Mogi Mirim (SP), está interditado pela falta de laudos de liberação.

Ser mandante, aliás, tem sido um problema. O imbróglio em Mogi Mirim levou o clube a disputar o Campeonato Paulista da Série A3 na cidade vizinha de Itapira (SP), onde o público pouco compareceu. Em alguns jogos a presença foi inferior a 100 pagantes. Em campo, o Mogi Mirim fez a pior campanha e acabou rebaixado para a quarta e última divisão do futebol estadual.

O resultado é mais uma etapa do declínio de quem em 2012 foi semifinalista do Estadual e permaneceu na elite até 2016, quando iniciou a dura rotina de ter pelo menos um rebaixamento por ano.

O Mogi Mirim despencou uma divisão por temporada no Campeonato Paulista e no ano passado caiu da Série C para a Série D do Brasileiro. No calendário de 2018 o clube disputa ainda a competição nacional e passará o restante dos meses analisando o que pode fazer para recuperar o prestígio perdido nos últimos anos.


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O cenário caótico faz a diretoria estudar ações drásticas. Fora a possível venda do estádio e o licenciamento de competições, o clube chegou a avaliar não disputar a Série D.

“O clube tem varias dívidas, muitas ações trabalhistas. A gente vai ter que analisar um caminho para pagar isso e também os fornecedores. A gente quer evitar se desfazer do estádio porque é um patrimônio, mas nada está descartado. Vão-se os anéis e ficam os dedos”, disse o presidente do Mogi Mirim, Luiz Henrique de Oliveira. O dirigente assumiu o comando em 2015 como sucessor de Vitor Manuel Simões, a quem Rivaldo passou o cargo.

O pentacampeão mundial pelo Brasil se afastou do clube, vendeu a casa na cidade e se afastou do Mogi Mirim. Nos bastidores, enfrenta dívidas trabalhistas e problemas de organização. “A gente ainda está estudando alternativas. Não há muita perspectiva. É muito difícil conseguir apoio. O licenciamento das competições por dois anos pode ser uma solução para depois o clube voltar à ativa”, explicou o presidente.

O elenco deste ano foi viabilizado por uma parceria com um grupo de empresários. O acordo dura somente até dezembro, quando será necessário remontar todo o plantel caso o Mogi Mirim queira disputar a quarta divisão estadual.

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