Lorena Comparato vive uma fase de intensa produção e versatilidade artística. Atriz múltipla, ela segue transitando com naturalidade entre diferentes formatos, linguagens e plataformas, reafirmando sua força criativa e seu apetite por boas histórias. Prestes a estrear um dos projetos mais aguardados do ano — a obra inspirada na vida de Elize Matsunaga, que chega à Netflix —, Lorena também está no sul do país rodando um longa-metragem, enquanto colhe os frutos de lançamentos recentes.
Seu trabalho mais novo é como narradora do audiolivro “Se Deus Me Chamar Não Vou”, romance de Mariana Salomão Carrara, finalista do Prêmio Jabuti. O título marca o primeiro lançamento de 2026 da Supersônica e já está disponível nas plataformas da editora. Na obra, o olhar sensível e atento de uma criança conduz a narrativa, observando o mundo adulto com suas regras confusas, contradições e belezas muitas vezes escondidas. A personagem Maria Carmem ganha voz na interpretação de Lorena, em uma edição produzida pela Supersônica, mediante licença exclusiva concedida pela autora.
“Foi uma experiência muito diferente fazer parte de um audiolivro. Ainda mais da Mariana Salomão Carrara, que é autora e defensora pública do nosso país e com a Supersônica, editora de audiolivros, que eu tanto admiro. Por ser filha de fonoaudióloga, Leila Mendes, me comove o poder que a voz tem e o quanto com ela nós podemos alcançar”
O lançamento se soma a um ano marcado por projetos potentes: em 2025, Lorena apresentou um curta-metragem por meio de sua própria produtora, participou de programas de destaque, integrou o elenco de “Rensga Hits!”, série que conquistou público no Globoplay e também na TV Globo, e agora amplia ainda mais sua atuação ao mergulhar no universo dos audiolivros.
Em constante movimento, Lorena Comparato confirma seu momento como uma artista inquieta, que não se acomoda e segue explorando novas formas de contar histórias — sempre com entrega, sensibilidade e impacto.