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“Ele me seguia com uma peixeira”, relembra Isabelita dos Patins sobre relacionamento abusivo

Crédito: Reprodução/Instagram

Durante uma entrevista a Thiago Araújo, a drag queen carioca Isabelita dos Patins falou sobre um assunto muito sério: relacionamento abusivo. Ela relembrou também seus 50 anos de carreira. “Eu sempre digo, que a gente se pinta de palhaço, mas a gente não sabe o que se tem dentro desse palhaço”, começou.

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Depois, Isabelita fez questão de detalhar os abusos que sofreu, principalmente por causa dos ciúmes do parceiro, durante um relacionamento que durou 11 anos. “Para ele, eu era uma santa. Só que na cabeça dele, virou uma atração fatal. Eu passei uma semana em Juiz de Fora e quando eu voltei, a pessoa estava no quarto e eu o questionei por estar na cama numa segunda-feira, às 11 da manhã. A pessoa começou a não falar direito”, conta.

“Eu imediatamente fui para a geladeira e vi que lá tinham cinco garrafas de caipirinha, fui no tanque e quebrei tudo. Ele me viu correr para o quarto da Isabelita e começou a pegar no guarda-roupa e jogar os bichinhos que eu tinha, que era uma coleção que eu tinha desde criança. Eu fiquei com tanta raiva tanto ódio, que eu fui em cima dele. Só que ele estava com uma peixeira. Eu fui direto na delegacia e imediatamente o delegado mandou buscar essa pessoa”, completou.


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O delegado disse que era melhor ela ir embora sem olhar para trás. Depois de muito tempo, voltando ao apartamento em que morou, Isabelita não tinha nem cama para dormir. “Recomendou que imediatamente ele pegasse as coisas dele e saísse da minha casa. E agente como tem bom coração, eu falei com o delegado que não tinha problema, que ele podia ficar no meu apartamento até achar um lugar para ele e eu ficaria na casa de um amigo. Eu fiquei na casa desse meu amigo, um ano e meio mais ou menos. Porque ele realmente era muito agressivo”, explica.

“Ele me seguia nos lugares com a peixeira. Então eu não podia chegar perto de ninguém. Se você chegasse perto de mim, ele achava que você estava me assediando, alguma coisa e aí ia em cima de você de qualquer maneira. Depois de um ano e meio, eu ainda com a esperança de rever meu apartamento, quando abri a porta, não tinha nem o trilho da cortina. Durante um tempo, eu dormi no chão em cima de um papelão”, finalizou.

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