O déspota do atraso

Jair Bolsonaro cancela a aquisição de vacina chinesa por motivos políticos e frita mais um ministro da Saúde — o terceiro em plena pandemia. Também afirma que a vacinação não será obrigatória. Mais uma vez coloca seu interesse eleitoral acima da necessidade dos brasileiros, que pagam o preço da irresponsabilidade com suas vidas. Para o País, a politização da doença e o avanço negacionista é uma regressão de mais de cem anos no debate sobre a saúde pública. Voltamos à época da revolta da vacina, quando oportunistas exploravam rivalidades e atacavam os agentes públicos alegando a defesa das liberdades individuais. Governadores se mobilizam e defendem que o Ministério da Saúde disponibilize a Coronavac, produzida no Instituto Butantan e defendida pelo governador João Doria. A briga pode chegar ao STF

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