A política da morte

O governo dá seguidas mostras de falta de compaixão e de responsabilidade. As mortes se acumulam e já chegam perto de 210 mil no País, mas o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, continuam brincando com a vida das pessoas e boicotando a vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan. Todos os passos do governo são para trás e as manobras de Pazuello visam, até agora, retardar o processo e tentam dinamitar a promissora iniciativa do estado de São Paulo. Essa política destrutiva já inibiu várias medidas que poderiam minimizar o sofrimento da população e agora ganha um novo ingrediente: a conversão da campanha de vacinação nacional em uma jogada de marketing. Desesperado e confuso, Pazuello montou uma encenação para importar a vacina da AstraZeneca/Oxford da Índia e começar um atabalhoado plano de vacinação ainda nesta semana. Em vez de salvar vidas, Pazuello esteve em Manaus na última terça-feira, para obrigar os médicos locais a receitarem a cloroquina. O principal disparate que o ministro disse, em tom militar, é que a vacinação será iniciada no “Dia D, na hora H”.

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