ROMA, 17 JUN (ANSA) – A “economia italiana da beleza”, termo que compreende os setores de arte, cultura, paisagem, comida e vinho, design, moda e cosméticos, vale 595 bilhões (R$ 3,46 tri) de euros, representando quase 30% do PIB nacional.   

O ano de 2023 foi recorde na área, crescendo 19% ante o ano anterior. Os dados são do relatório anual do banco Ifis para valorizar o setor empresarial que, se dedicando à beleza e o “saber-fazer” artesão, representa a excelência do Made in Italy.   

O bom resultado foi puxado sobretudo pelos setores de moda, cosméticos, enogastronomia e turismo cultural.   

O relatório considerou 346 mil empresas, divididas em três setores: turismo cultural e paisagístico; “design-driven” em áreas como a agricultura, automotiva, moda e cosmética; e “purpose-driven”, caracterizadas por ética e responsabilidade.   

O ecossistema, portanto, considera não só as companhias tradicionalmente associadas à beleza, mas também as dos setores industriais e produtivos que têm capacidade de gerar um impacto social positivo.   

Uma pesquisa nos cinco principais mercados de referência para a exportação italiana (China, Reino Unido, EUA, Alemanha e França) indicou que 92% dos entrevistados estão dispsotos a pagar mais para comprar produtos certificados Made in Italy. Os motivos são a alta qualidade, a atenção aos detalhes e o design elaborado, além da tradição. (ANSA).