Ediçao Da Semana

Nº 2742 - 12/08/22 Leia mais

ROMA, 27 JUN (ANSA) – O primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, participou nesta segunda-feira (27) de um encontro bilateral com o presidente da Argentina, Alberto Fernández, à margem da cúpula do G7, que acontece no complexo Schloss Elmau, na Alemanha.   

Em nota, o governo argentino informou que Draghi e Fernández discutiram a possibilidade de a Itália participar de projetos existentes para instalar plantas de liquefação de gás para aproveitar o excedente do campo de “Vaca Muerta” – uma área de 295 Km² em Neuqueún considerada uma das maiores reservas de petróleo e gás do mundo – para exportação.   

Os dois também “manifestaram o compromisso de promover o intercâmbio, dinamizando o comércio bilateral e incentivando a diversificação dos investimentos”.   

Além disso, Draghi e Fernández debateram “vários aspectos da cooperação entre os dois países na área científico-tecnológica, que inclui projetos em biotecnologia, medicina e saúde, agroalimentar, tecnologias espaciais e de satélite e energias renováveis”.   

Durante o encontro, os líderes “destacaram a cooperação oferecida pela Itália por meio da Organização Ítalo-Latino-Americana (IILA) na luta contra o crime transnacional”.   

Na qualidade de presidente pro tempore da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), o presidente argentino manifestou seu interesse em promover o diálogo político com a União Europeia para fortalecer ainda mais a interação entre os países e regiões, para o qual solicitou o apoio da Itália.   

Ainda segundo a Casa Rosada, o premiê italiano reiterou seu apoio à Argentina em questões que permanecem pendentes de resolução no FMI, como a taxa de sobretaxas.   

Biden – Hoje, a Casa Branca informou que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reunirá nesta terça-feira (27) com seu homólogo francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Olaf Scholz, e o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, à margem da cúpula do G7, na Alemanha.   

Segundo nota, a reunião está marcada para às 10h (horário local), antes da última sessão da cúpula. (ANSA)