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Doria lança programa para recuperar áreas verdes de São Paulo

Crédito: Divulgação

O governador de São Paulo, João Doria, lançou hoje, no Palácio dos Bandeirantes, o programa “São Paulo mais bonito” para recuperar áreas verdes, sobretudo praças, canteiros e parques do Estado, que estavam deterioradas não só na Capital paulista mas também nas cidades paulistanas com mais de 250 mil habitantes. Ele lançou também um plano de reforma de 1.384 escolas estaduais, no qual o governo de São Paulo investirá R$ 1,1 bilhão.

O programa de revitalização das praças públicas, que inicialmente vai embelezar 200 áreas verdes do estado, não terá recursos públicos – nem do estado e nem das prefeituras -, mas contará com investimentos de grandes empresas privadas. O anúncio do programa aconteceu depois da 25ª reunião do secretariado de Doria, realizada neste sábado pela manhã. “Vamos embelezar e cuidar das áreas verdes de São Paulo, como parte da comemoração do dia mundial do meio ambiente, que acontece na próxima quarta-feira 5”, disse o governador no lançamento do programa, que começa pela capital paulista, com o programa identificado como “São Paulo mais bonita”.

O plano do governo Doria objetiva não só embelezar as praças, jardins, canteiros e parques do Estado, mas revitalizar e recuperar todos os espaços públicos, inclusive com o plantio de novas árvores, principalmente nativas. “Várias empresas privadas de São Paulo já se dispuseram a integrar o programa, como a Drogasil, Tegra, Movida, Samsung, Hitachi, IBM, Tacopel, Comgás e Sabesp”. Além dessas, outras dezenas de empresas aderiram ao programa. Só a Sabesp já adotou a conservação de 70 áreas públicas de São Paulo. “A participação da iniciativa privada agilizará a recuperação das áreas urbanas”.

Doria esteve acompanhado no lançamento do programa do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), que explicou que o projeto já foi implantado na capital no ano passado, ainda durante a gestão de João Doria, como prefeito da cidade. “A ideia de recuperação de áreas verdes com a participação da iniciativa privada foi lançada na gestão de meu avô Mario Covas, quando ele foi prefeito de São Paulo na década de 80, mas na gestão Doria em 2017 mais de mil empresas adotaram áreas públicas da capital. Agora, o programa vai ser ampliado e vamos deixar a cidade de São Paulo realmente mais bonita”, disse Covas. O secretário da Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido, também presente ao lançamento, disse que esse programa é um “ganha-ganha”. “Ganham as prefeituras em termos de gestão, ganham as empresas que poderão expor suas marcas em placas nesses espaço públicos e ganham as pessoas que terão áreas verdes recuperadas e embelezadas”, explicou Penido.

Doria anunciou ainda um investimento de R$ 1,1 bilhão em obras de melhoria de infraestrutura e reformas em 1.384 escolas da rede estadual de todo estado de São Paulo, no programa “Escola +Bonita”, ao lado do secretário de Educação, Rossieli Soares. A execução do plano começa neste ano e será feita por meio de convênio da Secretaria Estadual da Educação com a Fundação para Desenvolvimento da Educação (FDE), do Ministério da Educação. O investimento ocorrerá de forma escalonada nos próximos três anos. Para este ano estão previstas obras em 630 escolas que custarão R$ 439 milhões. Em 2020, o governo de São Paulo vai destinar outros R$ 549 milhões para melhorias de infraestrutura de 660 unidades. Finalmente, em 2021, haverá o investimento de outros R$ 109 milhões em 94 escolas. “É o maior programa de reforma de escolas públicas já realizado aqui no estado de São Paulo. Óbvio que não atende a totalidade das escolas, mas atende as escolas cujo levantamento indicou como as mais prementes para as intervenções de reforma”, disse Doria em entrevista coletiva neste sábado no Palácio dos Bandeirantes.

Durante os próximos três anos, serão beneficiadas escolas das 18 regiões administrativas do estado.“Nossa rede é enorme e muitas escolas são centenárias, por isso o investimento é importante para garantir o bom funcionamento das unidades. Aproximadamente 80% dos prédios escolares têm mais de 30 anos”, explicou o secretário da Educação, Rossieli Soares.Entre as 1.384 escolas, 324 estão na Capital, 271 na região metropolitana de São Paulo e outras 789 no interior.

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