Economia

Dólar tem alta com payroll dos EUA, mas retoma queda após releitura e com IPCA


O dólar no mercado à vista virou e subiu pontualmente à máxima de R$ 3,3074 (+0,24%) na manhã desta sexta-feira, 7, reagindo à criação de empregos nos EUA bem acima do esperado em junho (222 mil vagas ante previsão de +174 mil). Porém, a renda e a taxa de desemprego norte-americana vieram piores do que as expectativas dos analistas, apoiando o retorno da moeda americana para o terreno negativo em que se encontrava antes, com renovação de mínima, a R$ 3,280 (-0,59%) no balcão. O dólar futuro para agosto registrou máxima pontual aos R$ 3,3240 (+0,23%) e, há pouco, caía 0,59%, aos R$ 3,2970.

Lá fora, onde a moeda americana já operava em alta antes do payroll, o dólar chegou a cair ante o euro, mas voltou a se fortalecer. O gerente de câmbio de uma gestora de recursos disse que, além da influência do payroll, a deflação do IPCA de junho pesa também na baixa ante o real.

O IPCA do mês passado caiu 0,23%, superando a projeção mediana do mercado (-0,18%). Esta é a primeira deflação mensal do indicador em 11 anos e fortalece no mercado a percepção de manutenção do ritmo de relaxamento monetário de 1 ponto porcentual da Selic na reunião de 25 e 26 de julho.

Às 10h desta sexta, o dólar à vista recuava 0,35%, aos R$ 3,2884. O dólar para agosto caía 0,35% no mesmo horário, aos R$ 3,3050.

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