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‘Doença da urina preta’: irmãs são internadas após comer peixe, diz família

Crédito: Reprodução/WhatsApp

Flávia Andrade, de 36 anos, está internada em um quarto no Hospital Português, no Recife (Crédito: Reprodução/WhatsApp)


Após comer peixe da espécie arabaiana, duas irmãs foram internadas no último dia 16 em um hospital particular no Recife apresentando mal-estar e dores. De acordo com a família delas, os médicos confirmaram o diagnóstico de Síndrome de Haff, conhecida como “doença da urina preta”. As informações são do G1.

A doença de Haff tem como principal característica dores musculares intensas que surgem pouco tempo após a ingestão de peixe. Ela também escurece a cor da urina e, sem um atendimento médico imediato, pode levar o paciente à insuficiência renal.

De acordo com a mãe das pacientes, a empresária Betânia Andrade, as filhas Flávia Andrade, de 36 anos, e Pryscila Andrade, de 31 anos, foram internadas horas após almoço. Além das duas irmãs, o filho de de Flávia, de 4 anos, e duas secretárias também comeram do peixe.

“Os cinco comeram peixe, menos eu. Quatro horas depois, Pryscila enrijeceu toda, teve cãibra dos pés até a cabeça e não conseguia andar. Meu neto, de madrugada, teve dores abdominais e diarreia, e as duas secretárias sentiram dores nas costas”, contou Betânia.

Ainda segundo a mãe das irmãs, até terça-feira (23), Flávia continuava no quarto e Pryscila permanecia na UTI. “Flávia está no apartamento, pois baixaram as taxas dela, como de leucócitos. Já as taxas de Pryscila continuam altas, pois ela comeu uma porção maior do peixe e está com o fígado comprometido, os rins paralisados e com água no pulmão”, afirmou Betânia.

Investigação

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que, na segunda-feira (22), “foi notificada, pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) do Recife, de cinco casos de mialgia aguda, suspeitos para doença de Haff”.

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“Após a notificação, a SES orientou sobre a investigação epidemiológica de todos aqueles que consumiram o alimento, assim como a coleta do referido insumo para encaminhamento ao Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE) para que sejam providenciadas as análises laboratoriais. A doença de Haff é caracterizada pela presença de toxina biológica presente em pescados”, diz a nota.

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