Economia

Demanda global por energia deve cair 5% no ano, prevê AIE

A pandemia do novo coronavírus reverteu o crescimento do consumo global de energia este ano, mas as fontes de energia renovável, como solar e eólica, devem contrariar essa tendência, disse a Agência Internacional de Energia (AIE) em um relatório divulgado nesta terça-feira (10). A AIE projeta que a demanda global de energia deve encolher 5% neste ano, em virtude das medidas destinadas a desacelerar a propagação da covid-19 que impediram as viagens aéreas, limitaram o crescimento econômico e geraram volatilidade aos preços do petróleo. Já o consumo de energia renovável deve aumentar 1%, prevê a agência.

Segundo a AIE, haverá também um crescimento de 7% na quantidade de energia renovável usada na geração de eletricidade. O volume desse tipo de matriz energética que está sendo leiloada globalmente foi 15% maior no acumulado de janeiro a outubro deste ano, na comparação com igual período do ano passado, informa a AIE. O incremento de dois dígitos representa uma alta recorde, destaca a agência.

“Interrupções na cadeia de suprimentos e atrasos na construção retardaram o progresso dos projetos de energia renovável nos primeiros seis meses de 2020”, disse a IEA. “No entanto, a construção de fábricas e a indústria aumentaram rapidamente e os desafios logísticos foram resolvidos principalmente com a flexibilização das restrições internacionais desde meados de maio”, explicou a agência.

A construção de nova capacidade de energia renovável resultará em aumento de 4% na capacidade instalada neste ano. O tamanho da nova geração de energia renovável mundial deve atingir um recorde de 200 gigawatts: aproximadamente o suficiente para abastecer 200 milhões de residências. Isso significa que a energia renovável será responsável por quase 90% da expansão total da capacidade global de energia neste ano. A AIE apontou também que na indústria de energia, a capacidade total instalada de matriz eólica e solar fotovoltaica está em curso para ultrapassar o gás natural em 2023 e o carvão em 2024. Fonte: Dow Jones Newswires.


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