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Delta confirma intenção de comprar 10% da Alitalia

ROMA, 21 NOV (ANSA) – A companhia aérea americana Delta Air Lines confirmou nesta quinta-feira (21) sua intenção de participar do resgate da Alitalia, maior empresa italiana de aviação civil, com um investimento de 100 milhões de euros por 10% das ações.   

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Apesar disso, o consórcio liderado pela estatal Ferrovie dello Stato (FS) ainda não conseguiu formalizar sua oferta final pela Alitalia, que está sob intervenção do governo há dois anos e meio. O prazo estipulado por Roma terminava nesta quinta, mas os comissários que gerem a empresa discutem um novo adiamento, provavelmente por mais duas ou três semanas.   

“A Delta reitera seu interesse de longa data em participar da retomada da Alitalia e permanece comprometida em manter uma parceria forte entre as duas companhias. Estamos prontos a investir até 100 milhões de euros por uma fatia de 10% da Alitalia”, disse a empresa americana ao ser questionada pela ANSA.   

Além de FS e Delta, o consórcio também incluirá a holding italiana Atlantia, que atua no setor rodoviário, e o Ministério da Economia e das Finanças. A companhia aérea alemã Lufthansa também negociava, mas descartou fazer qualquer aporte antes de ver a Alitalia reestruturada.   

Ainda há dúvidas sobre qual será o papel de cada empresa no consórcio: a Atlantia, que entrou no negócio de última hora, agora se mostra mais reticente e exige um investimento maior da Delta. “Um resgate com soluções temporárias não oferece as oportunidades de desenvolvimento que queremos dar ao país”, disse nesta quinta o primeiro-ministro Giuseppe Conte.   

Inicialmente, o consórcio previa que FS e Atlantia teriam 35% da Alitalia cada uma, e os 30% restantes seriam divididos entre o Ministério da Economia e a Delta.   

Sob intervenção do governo desde maio de 2017, a empresa sobreviveu graças a empréstimos públicos, que serão restituídos no momento de sua venda. Seus acionistas são a holding Compagnia Aerea Italiana (CAI), com 51%, e o grupo árabe Etihad Airways, com 49%. (ANSA)

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