Brasil

“Daniel não tinha a menor capacidade de reagir às agressões”, diz delegado do caso

Crédito: Rubens Chiri sãopaulofc.net/Reprodução TV Globo

Daniel (esq.) e o acusado do crime Edison Brittes (dir.) (Crédito: Rubens Chiri sãopaulofc.net/Reprodução TV Globo)

O delegado Amadeu Trevisan, da Polícia Civil de São José dos Pinhais, acredita que Cristiana Brittes e a filha Allana mentiram nos depoimentos que fizeram. Elas, ao lado de Edison Brittes Júnior, se apresentaram à polícia por conta do assassinato do jogador Daniel no fim de outubro. As informações são do G1.

De acordo com o delegado, a família será indiciada por homicídio qualificado e coação de testemunhas. Ele ainda afirma que Cristiana e Allana combinaram uma versão dos fatos e estão mentindo nos depoimentos. Edison, o terceiro envolvido, é acusado de ter matado Daniel com uma faca.


Em depoimento à Polícia Civil, segundo o G1, Cristiana acordou com jogador deitado sobre ela e que começou a gritar, assustada, pois ele estava com o pênis fora da cueca, passando pelo corpo dela. O marido Edison chegou e agarrou Daniel pelo pescoço, como teria dito Allana. Ela ainda confirmou a versão de que Daniel tentou estuprar Cristiana.

A polícia já está com o laudo da perícia feita no  corpo de Daniel. O delegado afirma que o jogador não usou drogas no dia do crime, mas que apresentava 13,4 decigramas de álcool por litro de sangue.

“É uma dosagem muita alta, prova que Daniel não tinha a menor capacidade de reagir às agressões”, afirmou Trevisan.