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Dados vazados são usados para tentar filiar Carlos Bolsonaro ao PT

Crédito: Renan Olaz/CMRJ

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) confirmou nesta terça-feira (2) que seus dados foram vazados por perfis no Twitter que dizem pertencer ao grupo hacker Anonymous Brasil. Com as informações, alguns internautas tentaram filiar o filho do presidente Jair Bolsonaro ao Partidos dos Trabalhadores.

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No site de pedidos de filiação do PT, que é aberto publicamente, é possível ver o nome de Carlos Bolsonaro com um pedido de filiação pendente. O PT compartilhou uma notícia sobre a tentativa no Twitter e comentou: “Indeferido”.

Também por meio do Twitter, Carlos criticou o vazamento dos seus dadados e afirmou que o ataque é uma “clara tentativa de intimidação” e que “medidas legais estão em andamento”.

Carlos relacionou o vazamento ao que chama de “turma ‘pró-democracia’”, em alusão às manifestações realizadas nos últimos dias contra o presidente, e reiterou críticas aos desdobramentos do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Após vermos violações do direito à livre expressão, agora ferem a privacidade. Sob a desculpa de ‘combater o mal’, justificam seus crimes e fazem justamente aquilo que nos acusam, mas nunca provam!”

Além de Carlos, perfis no Twitter que se identificam como integrantes do Anonymous Brasil expuseram supostos dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro, dos seus outros filhos Eduardo e Flávio, além de integrantes do governo e aliados do presidente, como a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Um desses perfis publicou imagens que alega retratarem a lista de bens declarados por Bolsonaro, com valor idêntico à declaração apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de R$ 2.286.779,48, e até uma suposta fatura de posto de gasolina em nome do presidente no valor de R$ 56.160,00, com data de fevereiro deste ano e endereço de cobrança no seu endereço residencial na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O número do CPF do presidente também foi exposto.

Sob a hashtag “#vazaram”, usuários do Twitter compartilharam capturas de tela em que dizem ter feito compras no valor de dezenas de milhares de reais com o cartão corporativo de Bolsonaro, cujos dados também teriam sido divulgados. Os internautas também tentaram filiar o presidente ao PT.

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