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Dado Dolabella sobre passado: “A gente colhe aquilo que planta”

Crédito: Reprodução/Instagram

O ator Dado Dolabella teve prisão decretada no mês passado por insulto à ex-mulher Viviane Sarahyba e terá que cumprir a pena de dois meses e 15 dias em regime aberto. Tentando se tornar uma pessoa melhor, Dado concedeu entrevista à revista Quem e falou sobre como sua vida tem mudado depois dos vários problemas na Justiça.

“Já estou numa caminhada de reconstrução há quatro anos. Tem quase quatro anos que me tornei vegano e a minha vida mudou, nasci de novo. Inclusive a escolha pelo veganismo foi para viver mais em paz comigo e com os outros. Estou mais sereno”, afirmou.

“De certa maneira, ainda estou colhendo os frutos de um passado irresponsável na forma de viver, como a sociedade em geral. As pessoas pedem a misericórdia de Deus na igreja e não têm misericórdia pelos seres do planeta. A gente colhe aquilo que a gente planta. Ligo a violência à nossa conduta de vida. Para mim a violência começa no prato de comida”, completou.

O decreto de prisão mais recente de Dado não foi o primeiro em sua vida. No início deste ano, o ator chegou a passar dois meses na cadeia por não pagamento de pensão alimentícia do filho Eduardo, fruto de um relacionamento antigo com Fabiana Vasconcelos.

Atualmente, Dado, que está solteiro, afirma se sentir uma pessoa melhor nos dias de hoje. “Sou outra pessoa, vibro outra frequência, outra energia. Se eu pudesse ter uma máquina do tempo, eu voltaria no meu nascimento e mostraria muitos vídeos à minha mãe para nunca me alimentar com violência. A energia que você coloca para dentro é a que você vai exalar”, diz.

“Hoje tenho mais posição, sou mais ativo, racional, lúcido, saudável.Tem quatro anos que não entro na farmácia para comprar um remédio para gripe ou antibiótico, coisa que fui criado à base de. Sigo na minha caminhada, a vida é um eterno aprendizado. Nunca estive com o meu emocional tão forte. Hoje tenho certeza absoluta sobre o meu estilo de vida e a minha conduta na Terra. Antes eu vivia uma esquizofrenia moral, uma hipocrisia interna”, finaliza.