Da Uber estatal aos cabides de emprego: os delírios da nova esquerda

Da Uber estatal aos cabides de emprego: os delírios da nova esquerda

A velha esquerda mofada encontrou seu fim já há alguns anos, após a hecatombe promovida por Dilma Rousseff, nossa grande estoquista de vento. A Lava Jato apenas aprofundou a cova, sobretudo após escancarar as roubalheiras do PT e de um certo Lula da Silva.

Sucessivamente, eleição após eleição, o lulopetismo, leia-se esquerda mofada, perde cargos, prestígio e popularidade. Aqui e acolá, excetuando-se alguns náufragos sobreviventes, ainda que sob a forma de mortos-vivos como Eduardo Suplicy, a derrocada é indiscutível.

O Brasil é majoritariamente um país conservador. A esquerda, contudo, sempre contou com importante representatividade no eleitorado. Historicamente, algo como 30%. E esse eleitor continua vivo por aí, à espera de novos líderes que possa chamar de seus.

Boulos e Manuela são, indiscutivelmente, os dois principais representantes do atraso. Caras novas, ideias velhas. Sai o radicalismo bravateiro, entra o cinismo bravateiro. Lobos em pele de cordeiros. As mesmas ideias inviáveis, apenas com roupas novas.

Manuela, vejam só, pensa em criar uma Uber estatal. Sim, é verdade! A comunista de Iphone não aceita que os aplicativos recebam uma parte tão grande do valor das corridas. A ideia da invenção, o know how, os custos, a publicidade, os investimentos… que se danem!


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Para a valente, o capital deveria ser um ente que arrisca, trabalha e produz de forma gratuita ou muito mal remunerada. Já o trabalho deveria levar a maior parte do quinhão. Ela só precisa nos explicar como – e por quê? – esse capital iria investir para não ganhar.

Já o invasor de propriedades privadas Guilherme Boulos, em sua fase moderada, pois as invasões cessaram já há algum tempo (será que todos os sem-teto arrumaram moradia ou apenas deixaram de ser remunerados?), tem planos mais audaciosos para São Paulo.

Menos criativo, mas seguramente mais destruidor, economicamente falando, o “Lula de Botox” pretende entupir as repartições do município. Ele quer concursos e mais concursos como a solução para o rombo da Previdência. Não entendeu, leitor(a)? Eu explico.

O psolista acredita que, com mais gente trabalhando, e consequentemente contribuindo, as contas da Previdência encontrarão o equilíbrio. Beleza! Apenas poderia nos explicar o que aconteceria com as contas da prefeitura, né? Ou os salários cairiam do céu?

Para a sorte de Porto Alegre e de São Paulo, ao menos assim indicam as pesquisas, ambos não conseguirão destruir as respectivas cidades. Ainda que sejam nomes fortes e viáveis num futuro próximo, por ora terão que se contentar com o segundo lugar. Eu garanto?

É claro que não! Eleição e jogo de futebol só terminam quando acabam, hehe.

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