Farol ISTOÉ

Dá para crer?

É lamentável que em pleno século 21, em um País que se pretenda democrático e queira viver no Estado de Direito, autoridades do Poder Judiciário precisem ficar alertando que o cargo de procurador-geral da República, por sua própria essência republicana de operador do Direito, tenha de servir ao Estado e não ao governo.