Cunha volta a Brasília e quer disputar a Câmara por São Paulo

Ex-presidente da Casa, alvo da Lava Jato, cuida da sua defesa e quer também eleger a filha no Rio. Ambos com discurso Anti-PT

Crédito: Evaristo Sá/AFP

ARQUIVO: Em 12 de setembro de 2016, Eduardo Cunha faz discurso na Câmara dos Deputados durante defesa antes de ser cassado. (Crédito: Evaristo Sá/AFP)


Eduardo Cunha vai se candidatar a deputado federal por São Paulo ano que vem, e trabalha forte no Estado do Rio de Janeiro para eleger a filha, Daniele, também a federal. “Tenho quatro filhos morando lá, tenho quatro endereços na capital”, diz, com ponta de sorriso, a este repórter.

A conversa foi na última quinta-feira (23) no salão do B Hotel, no coração de Brasília, onde agora ele bate ponto com agenda de parlamentar – de terça a quinta-feira.

Cunha segue no MDB, continua morando no Rio de Janeiro, mas visita Brasília focado na sua defesa no processo da Operação Lava Jato, que o levou para a cadeia por mais de quatro anos. Conseguiu liberdade recente, e agora visita semanalmente dois advogados na capital federal. Assim como outros alvos da Lava Jato, acredita que seu processo vai cair em breve no limbo do Judiciário.

O ex-todo-poderoso mantém reuniões com aliados também, no hotel ou fora dali, mas nunca na Câmara. Um séquito fiel, aliás, tem o visitado para cafés e almoços. Pivô do início da derrocada de Dilma Rousseff, ao dar a canetada para o impeachment, Cunha tem a fama de ter sua própria “bancada” desde quando manda-chuva no Congresso Nacional. Eram uns 200. Hoje, mesmo em baixa, são uns 100, dizem amigos.

O ex-deputado e a filha vão se amparar eleitoralmente no discurso anti-PT. E tem articulado no interior do Rio – outro destino seu mensal – para abrir palanques para a filha. Ela tentou se eleger em 2018, sem sucesso.

Ele fez duas viagens de carro do Rio para Brasília, há poucos meses, para evitar avião (“tenho medo de Covid em avião): “Por onde passo de carro e paro, me reconhecem, pedem fotos, selfie, autógrafos. E todos falam para não deixar o PT voltar!”, crava.

A conferir.

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Sobre o autor

Leandro Mazzini começou a carreira jornalística em 1996. É graduado em Comunicação Social pela FACHA, do Rio de Janeiro, e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. A partir de 2000, passou por ‘Jornal do Brasil’, ‘Agência Rio de Notícias’, ‘Correio do Brasil’, ‘Gazeta Mercantil’ e outros veículos. Assinou o Informe JB de 2007 a 2011, e também foi colunista da Gazeta. Entre 2009 e 2014 apresentou os programas ‘Frente a Frente’ e ‘Tribuna Independente’ (ao vivo) na REDEVIDA de Televisão, em rede, foi comentarista político do telejornal da Vida, na mesma emissora e foi comentarista da Rede Mais/Record TV em MG. Em 2011, lançou a ‘Coluna Esplanada’, reproduzida hoje em mais de 50 jornais de 25 capitais e interior Foi colunista dos portais ‘UOL’ e ‘iG’ desde então, e agora escreve no blog que leva seu sobrenome no portal da ‘Revista Isto É’, onde conta com o trabalho dos jornalistas Walmor Parente e Carolina Freitas e correspondentes no Rio e Recife. É também comentarista das rádios ‘JK FM’ em Brasília, ‘Super TUPI’, do Rio, e ‘Rádio Muriaé’.


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