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Critérios nas contratações e cuidado orçamentário são alicerces do Botafogo S/A para 2021

O experiente executivo Paulo Pelaipe trouxe o técnico Alexandre Gallo, participou da recomposição do elenco e prometeu comprometimento e responsabilidade financeira

Critérios nas contratações e cuidado orçamentário são alicerces do Botafogo S/A para 2021

A temporada 2021 começa com grande expectativa para o Botafogo S/A. No ano em que completa 20 anos do vice-campeonato Paulista de 2001, o time de Ribeirão Preto mira o mata-mata do Paulistão e o retorno à Série B do Campeonato Brasileiro apostando em mudanças em sua gestão de futebol.

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Sob o comando do técnico Alexandre Gallo, contratado pelo executivo de futebol Paulo Pelaipe, o elenco do Botafogo apresentou 17 reforços para este início de temporada. Além de trazer o comandante e reformular a comissão técnica, Pelaipe também participou da recomposição do elenco botafoguense.

– Temos que ter critérios nas contratações. Em primeiro lugar o critério técnico, que é o primordial. Depois vem o critério financeiro, porque nós temos que trabalhar dentro de um fluxo de caixa previsto pela diretoria que a gente não pode ultrapassar. A realidade do Botafogo S/A é de pagar em dia, de cumprir com aquilo que promete para os atletas. Isso é muito importante neste momento em que a grande maioria dos clubes estão com salários e compromissos atrasados. E aqui no Botafogo S/A todos os compromissos estão rigorosamente em dia. Temos critério técnico e financeiro para formatar a equipe de 2021 – explicou Pelaipe, que foi contratado pelo clube de Ribeirão Preto no dia 28 de janeiro a convite do gestor Adalberto Baptista.

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O dirigente ainda comentou sobre a preparação da equipe para o estadual.

– Estamos trabalhando bastante e o tempo é exíguo. Viemos de três semanas para montar uma equipe nova, efetuar os treinamentos e dia 28 já estrear – completou.

No Grupo A, ao lado de Corinthians, Inter de Limeira e Santo André, o Botafogo iniciou sua jornada por uma vaga nas quartas de final com um empate em 1 a 1 contra o São Paulo, no último domingo (28), no Morumbi. Apesar da difícil estreia e do equilíbrio da chave, Pelaipe não abre mão do discurso firme pela vaga.

– Temos uma deficiência em relação às outras equipes que já trabalham desde o começo de janeiro, mas nós confiamos nos atletas que vieram para cá e o nosso objetivo é nos classificar, chegar à frente do Santo André e da Inter na nossa chave. Respeitamos nossos adversários, mas nosso objetivo é esse. E a Série C é o sonho de todos. Enfrentaremos uma chave complicadíssima e será difícil também. Mas não tem nada fácil na vida. Vamos trabalhar e lutar. Nosso objeto é que em 2022 o clube esteja novamente na Série B, porque o grande objetivo do Botafogo S/A é que nos próximos três anos o clube esteja disputando novamente a Série A do futebol brasileiro – afirmou.

Para essa missão, Pelaipe demonstra total confiança no técnico Alexandre Gallo. Aposta do executivo, o ex-atleta foi revelado pelas categorias de base do Botafogo nos anos 1980 e trabalhou com Pelaipe na conquista do São Caetano na Série A2 2020.

– O que eu posso dizer do Gallo é que é um treinador experiente. Um treinador com bagagem em grandes clubes. Trabalhou no Santos, Sport, Internacional e comandou as categorias de base da Seleção Brasileira. Ele tem conhecimento de futebol e é uma pessoa comprometida com o Botafogo. Há 40 anos, iniciou aqui neste mesmo estádio, ainda como garoto nas divisões de base do clube. Ele tem tudo para fazer um grande trabalho. Além de ser um grande profissional competente, correto e sério, ele também tem essa identidade e amor pela camisa do Botafogo – completou.

Além de Gallo, o Pantera trouxe o auxiliar técnico Valdir Benedito e o preparador físico Elliot Paes. No elenco, o zagueiro Victor Ramos (ex-Palmeiras) o lateral-esquerdo Pará (ex-Cruzeiro e Athletico) , o volante Vinicius Kiss (ex-Coritiba e Sampaio Corrêa), o meia-atacante Renatinho (ex- Atlhetico, Botafogo-RJ e Goiás) e o atacante Rafael Marques (ex-Palmeiras) chegam para somar experiência aos mais jovens do plantel.

20 anos do vice-campeonato estadual

Na edição do Campeonato Paulista de 2001, o Tricolor se classificou em quarto na primeira fase, deixando para trás São Paulo e Palmeiras. Na semifinal, o Bota passou pela Ponte Preta com uma vitória por 2 a 1 e um empate em 3 a 3. Na decisão, o clube do interior ficou com a segunda colocação ao perder o primeiro duelo por 3 a 0 para o Corinthians e empatar sem gols na finalíssima.

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