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CPI questiona Pazuello nesta quarta sobre colapso no AM, vacinas e cloroquina

Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil

O ex-ministro da Saúde e general da ativa Eduardo Pazuello (Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil)


A CPI da Covid em tramitação no Senado deve ouvir nesta quarta-feira (19) o ex-ministro da Saúde e general da ativa Eduardo Pazuello, que esteve à frente da pasta pelo maior e mais letal período de toda a pandemia.

Pazuello teve um pedido de habeas corpus concedido pelo ministro do STF Ricardo Lewandowski e poderá se manter em silêncio e não produzir provas contra si mesmo durante seu depoimento, mas será obrigado a responder a questionamentos que envolvam terceiros, como presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido).

O ex-ministro é proibido de mentir ou de se negar a prestar esclarecimentos de maneira objetiva sobre eventuais erros cometidos pelo governo Jair Bolsonaro, por ação ou omissão, durante o enfrentamento da pandemia da Covid-19.

Entre os assuntos que devem ser tratados pelos senadores na sessão e questionados a Pazuello, estão: o colapso no sistema de saúde de Manaus (AM) e a falta de abastecimento de oxigênio hospitalar que causou a morte de dezenas de pacientes, atrasos e omissões do governo na compra de vacinas e insumos, e orientações do Ministério da Saúde acerca da produção, compra, distribuição e uso de medicamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid-19, como a cloroquina.

O depoimento de Pazuello estava marcado anteriormente para 5 de maio, no entanto o ex-ministro informou à comissão ter tido contato com pessoas que haviam contraído a Covid-19. Por conta disso, ele deveria permanecer em quarentena. A CPI, então, decidiu adiar o depoimento do general da ativa para esta quarta.

Já prestaram depoimentos os ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich; o atual chefe da pasta, Marcelo Queiroga; o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres; o ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten; o executivo da Pfizer Calos Murillo; e o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ouvido nesta terça-feira.

A comissão é presidida pelo senador Omar Aziz (PSD-AM) e tem como vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e como relator, Renan Calheiros (MDB-AL).

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