Economia

Correção: Petróleo fecha em alta com expectativas por vacina

Att. Srs. Assinantes,

A nota publicada anteriormente continha uma incorreção. O cargo de Alexander Novak atualmente é o de vice-primeiro-ministro, cargo que passou a ocupar hoje, saindo da função de Ministro da Energia, que constava na nota anterior. Segue a matéria corrigida.

Os contratos futuros de petróleo tiveram alta hoje, após a abertura da semana com fortíssimos ganhos sustentados pelo otimismo com a economia global. O anúncio da grande eficácia da vacina contra covid-19 da Pfizer em parceria com a BioNTech, segundo resultados preliminares, levou a uma expectativa por uma retomada econômica e alta na demanda. Outros sinais, no entanto, levam a um cenário menos positivo para um aumento de preços, o que conteve as altas.

O petróleo WTI para dezembro fechou em alta de 1,07%, em US$ 41,36 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). O Brent para janeiro subiu 2,85%, a US$ 43,61 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

“O otimismo considerável dos investidores foi, sem dúvida, o principal fator” para os ganhos, apontou o Commerzbank, em referência ao imunizante. A perspectiva de retomada econômica com base nas esperanças de uma vacina eficaz contra a covid-19 alimentou ganhos para diversos ativos. Diversas análises, contudo, pregam cautela quanto ao noticiário.


+ Grávida do quinto filho, influenciadora morre aos 36 anos
+ Após assassinar a esposa, marido usou cartão da vítima para fazer compras e viajar com amante

“Por outro lado, existem poucos fatores nos fundamentos para sustentar uma recuperação mais pronunciada. As importações chinesas de petróleo recuaram em outubro a seu nível mais baixo desde abril”, aponta o Commerzbank. A Arábia Saudita abaixou preços para os envios à Ásia, sinalizando uma menor demanda, completa o banco alemão.

Já a Agência Internacional de Energia (AIE) em relatório divulgado hoje, projeta que a demanda global de energia deve encolher 5% neste ano, em virtude das medidas destinadas a desacelerar a propagação da covid-19 que impediram as viagens aéreas, limitaram o crescimento econômico e geraram volatilidade dos preços do petróleo.

Pelo lado da oferta, há preocupação, “em particular, o fato de que a produção de petróleo da Líbia aumentou para mais de 1 milhão de barris por dia, e provavelmente atingirá 1,3 milhão de barris em breve, deve soar o alarme”, indica o Commerzbank. A questão já movimenta a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+). Hoje, Alexander Novak, que deixou o cargo de ministro de Energia para se tornar vice-primeiro-ministro da Rússia, defendeu maior cooperação entre os produtores para controlar a oferta.

Veja também

+ 5 benefícios do jejum intermitente além de emagrecer
+ Jovem morre após queda de 50 metros durante prática de Slackline Highline
+ Cientista desvenda mistério do monstro do Lago Ness. Descubra!
+ Modelo e atriz italiana paga promessa e posta foto ‘só de máscara’ após vitória da Lazio
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel

Tópicos

Petróleo