A Coreia do Sul reforça, nesta terça-feira (18), que os exercícios militares conjuntos com os Estados Unidos não têm como objetivo atacar a Coreia do Norte ou intensificar as tensões na Península Coreana. A declaração, feita pelo gabinete presidencial de Seul, visa a desmistificar a percepção de que as manobras, iniciadas na segunda-feira (17), são uma provocação militar.
- Coreia do Sul e EUA realizam exercícios militares conjuntos na Península Coreana.
- Seul reafirma que as manobras não visam a atacar a Coreia do Norte ou aumentar as tensões.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou a redução da escala dos exercícios devido a custos e bom relacionamento com Kim Jong-un.
Contexto dos exercícios
Segundo o gabinete presidencial de Seul, o objetivo central dessas manobras anuais não é adversarial, mas sim garantir a segurança e a paz da população. Os exercícios, que começaram na segunda-feira (17), estão programados para durar 11 dias.
Ainda nesta terça-feira (18), o general Xavier Brunson, comandante das forças americanas na Coreia do Sul, encontrou-se com o ministro da Defesa sul-coreano, Ahn Gyu-back. O encontro ocorreu após uma decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de diminuir a escala de um dos principais exercícios militares conjuntos entre Washington e Seul, conforme noticiado pela agência Yonhap.
Qual o impacto da redução dos exercícios?
Trump justificou a redução citando os elevados custos das operações conjuntas e seu relacionamento positivo com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. (ANSA)