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Conselho de Orientação também reprova contas do Corinthians

Órgão do clube seguiu o parecer do Conselho Fiscal sobre o balanço de 2019. Se o Conselho Deliberativo também reprovar, pode ser aberto processo de impeachment contra Andrés

Conselho de Orientação também reprova contas do Corinthians

agora no CORI do clube (Foto: Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians)

A gestão Andrés Sanchez sofreu mais uma derrota interna no Corinthians. Isso porque o Conselho de Orientação seguiu a recomendação do Conselho Fiscal do clube e também sugeriu a reprovação das contas de 2019. A reunião do órgão ocorreu na noite desta segunda-feira, de forma virtual, e a decisão foi tomada por maioria dos votos. A informação é do GloboEsporte.com.

Apesar de não provocar efeitos imediatos, o posicionamento do CORI gera ainda mais instabilidade no dia a dia do clube, já que a próxima etapa é a apreciação do balanço de 2019 pelo Conselho Deliberativo. Caso as sugestões dos outros conselhos sejam seguidas e as contas também forem reprovadas, poderá ser aberto o processo de impeachment de Andrés, que já chegou a declarar que deixaria o cargo antes das eleições se isso acontecesse.

No ano passado, o clube fechou suas contas com R$ 177 milhões de deficit. No entanto, o Conselho Fiscal apontou que houve omissão de pendências judiciais no documento, que somadas acrescentariam R$ 18,4 milhões ao prejuízo. Esse fator foi essencial para a reprovação ter a maioria dos votos no CORI corintiano.

Para esclarecer a falta desse valor no balanço de 2019, foi feita uma acareação entre os membros do Conselho Fiscal e Fernando Gavioli, gerente financeiro do clube, que alegou que ainda não eram dívidas definidas, mas prometeu refazer o orçamento a fim de corrigir essa incongruência. Representantes da empresa que auditou as contas alvinegras também estiveram na reunião virtual.

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A composição do Conselho de Orientação é feita da seguinte forma: dez membros natos, como os ex-presidentes Alberto Dualib, Roberto de Andrade e Mário Gobbi, e o atual Andrés Sanchez, além de dez conselheiros que se revezam a cada três anos, período que corresponde a um ciclo eleitoral.

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